terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Roda Punk ou Roda de Pogo?

 Estava eu, esta humilde narradora (ao estilo  Alex de A Laranja Mecânica) srrssr, no Festival Quebramar e me deparo com a seguinte situação uma banda do gênero Metal, estava tocando e na euforia o vocalista disse: Galera faz a roda punk ai! '-' como assim, roda punk? 

Não  seria roda de Pogo? Não seria mais do genero bater cabeça (Headbanger)? ou Bangear, ou sei lá...

Enfim e que a situação por mais boba que seja me deixou na duvidada cruel e resolvi pesquisar a origem da roda de Pogo ( pronuncia-se Pôgo), que surgiu e é mais conhecida como a dança punk e compartilho aqui no blog agora com vocês ;)

Carinhosamente chamada de  a dança punk, é uma dança se assim posso chamar que parece até uma briga generalizada com com chutes e socos para todos os lados, um bom modo de tirar o estresse e a raiva, como um calamsnte gerado, pela musica que serve como um escape, normalmente é visto como um tulmuto a frente do palco.

Ao ouvir a música, seu corpo inteiro vibra e a vontade que dá é a de extravasar essa energia: pular, correr, sair chutando todo mundo com um som brutal.
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O pogo é o que faz os show de punk rock valer mais ainda a pena e a  razão da existência de tal.

Pogar é simplesmente "dançar" num contexto punk. O termo "poguear" também pode ser usado, porém é menos comum.

O som punkrock/hardcore é forte, rápido e cheio de energia, e a dança punk, reflete essas características.

O pogo clássico foi eternizado com a  banda Circle Jerks. 

Onde o  movimento é o seguinte: você anda, dando os passos no ritmo da música. A cada passo, a perna é levantada e esticada, dando-se um chute no ar, como se estivesse chutando uma bola de futebol. Um chute médio, nem fraco nem forte.

Nada é combinado, mas intuitivamente todos começam a andar para uma mesma direção, diminuindo o caos de colisões frontais.

Nota: O detalhe é que ao invés de chutar o ar, você chuta outras pessoas, pois estão todos espremidos, lembra? Mas preste atenção, você não está chutando outra pessoa porque você quer. A música faz você chutar o ar e por acaso há outra pessoa no lugar do ar. Tanto o chutante quanto o chutado estão cientes disso, então todos se chutam o tempo todo e isso é normal.

Os braços ficam dobrados em 90 graus e os punhos fechados, fazendo um movimento alternado, para frente e para trás, no ritmo da música.

É como um boxeador em posição de defesa do rosto, só que com a guarda mais aberta (os punhos não se tocam) e os cotovelos bem afastados. 

A cabeça fica levemente abaixada. Esta é uma posição de defesa da cabeça, para evitar colisões. Assim, nos choques o que se bate são os cotovelos e antebraços.

Algumas variações incluem uma posição diferente dos braços, dobrados na vertical e fazendo movimentos para cima e para baixo. Ou ainda dar joelhadas no ar ao invés de chutar.

 Então se você nunca viu, imagine a dança. Um boxeador defendendo a cabeça, gingando e dando chutes no ar. Isso é pogar. Agora imagine vários boxeadores suados e fedidos fazendo isso em um espaço minúsculo, se chocando e se batendo o tempo todo. Isso é um pogo.E meu amigo te digo a sensação disso não tem explicação de tão bom que é.

É muito comum para um iniciante ver a roda de pogo e logo concluir: "Ah, saquei, basta socar e chutar todo mundo e estarei dançando". E lá vai o pequeno gafanhoto fazer isso no pogo. Ele com certeza sairá machucado.

Todos no pogo sabem quem são os que estão dançando na boa e os que estão abusando. Qualquer pancada diferente do normal é facilmente reconhecida e a repreensão pode vir verbalmente ou com outra pancada mais forte. "Sem querer", é claro. Brigas no pogo são raríssimas.

Cada um pode dançar como quiser, batendo nos outros de maneira amigável e não intencional, sem abusos



Bateu forte em alguém sem querer? Peça desculpas na hora para não ser confundido como intencional. Mesmo se desculpando, sair do pogo por alguns minutos pode ser uma boa idéia. Avalie a situação.

Não brigue. Você notou que não há brigas no pogo? Faça a sua parte para que isso continue assim.

Uma guria pogando ou dando Mosh deve ser encarada como um punk suado fedido e não como uma mocinha indefesa, se fosse não estaria ai, ok?.

Se você quer que sua namorada pogue, deixe-a. Ficar protegendo a mulher no meio do pogo é ineficiente e atrapalha os demais e ela também. Ou deixe-a livre ou saiam da roda.
No fim de tudo o seu cheiro é insuportável, alguns hematomas e seus pés uma tristeza, a roupa nem vou falar, mas com toda a certeza a alegria não tem tamanho e o sorriso é sem tamanho :D


Fonte: Roda de Pogo - A Dança Punk
esse texto contém trechos do:whiplash.net

Happy B-day : Johnny Cash

"Que venha  hora , que venha o homem de preto!"

Hoje 28 de Fevereiro são exatos 80 anos de Johnny Cash, um cantor e compositor, que marcou a história da musical mundial, Johnny Morreu em 2003, mas seu legado e influência, nos mais variados ramos e generos da musica são eterno, em homenagem a esse magnifico cantor, estou a ouvir o disco : "Johnny Cash at San Quentin", um disco que para mim se destaca entre os melhores, lançado em 1969, pós o disco que levo Cash ao estrelato " At Folsom Prison" de 68.

"San Quetin", segundo conta  a lenda rsrs foi gravado em uma prissão, com canções sobre a morte, prisão crime, rockabilly e novidade com " A Boy Named Sue", que foi 2 lugar  nas paradas americanas e o album em si em primeiro lugar. 10 musica de tirar o folego :]

Johnny e sua eterna amada June Carter

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Vale a Pena Ver: Last Days (Gus Van Sant)





Last Days ( Últimos Dias) é um filme do cineasta Gus Van Sant, lançado no ano de 2005.

Um filme bem feito,mas que pouco agradou ao grande publico, com um roteiro simples e uma história pesquisada a fundo como a maioria dos filmes feito por Gus Van Sant, e principalmente, com atores bem preparados e com belas fotografias, visível já no inicio do filme, como a de cima.


O filme é baseado na história real do cantor e lider da Banda Nirvana Kurt Cobain, porém o filme não chega a cita-lo, apenas mostrado Cobain, de forma emblemática  no personagem principal Blake.

Gus que sempre faz filmes reflexivos e biograficos não fez diferente , como no seu famoso filme, " Elefaphant", (baseado no massacre da escola Columbine onde dois estudantes matam 12 colegas e um professor antes de cometerem suicídio), faz de Last Days um filme  psicológico onde, mostra uma personagem frágil, solitário e nostálgico a beira do suicídio.

Blake é cheio de demônios interiores que atormentam o jovem músico que é um artista introspectivo, prostrado pelo peso do sucesso, que o conduziu a uma solidão sem fim. 

Um fugitivo da sua própria vida, sempre refugiado-se, em sua casa no meio de um bosque, e fugindo também das pessoas que o rodeiam, dos amigos que o procuram e principalmente de suas obrigações. 

Os diálogos são poucos e Blake é sempre visto de longe, como se o espectador fosse um observado próximo do personagem, que esta sempre de cabeça baixa e encolhido.



O filme faz questionamento e reflexões do tipo: O que existe na caixa que Blake desenterra em seu quintal? Drogas, balas, música?

Além da curiosidade do nome do personagem, uma clara alusão ao poeta William Blake do século 18, cuja esposa proferiu: “A companhia de Mr. Blake é quase nula. Ele encontra-se sempre no Paraíso”.

E os comentários de Kurt Cobain, em leves sussurros pouco perceptíveis:

  “I lost something on my way to wherever I am today”.

Last Days não expõe como e nem o porquê da morte de Cobain, mas deixa uma reflexão e questionamento sobre a morte do cantor para seus espectadores.

Os amantes do filmes são pouco, a maioria de fãs do Nirvana que viu o filme, mostraram sua desaprovação com o longa, talvez, por não mostrar ou mencionar a banda de Cobain, além de ser um filme bem triste e parado, mas eu pessoalmente achei interessante.


Fonte:

wikipédia
www.lucyinthesky.com





sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Belo Monte: Progresso a Qualquer Custo


“Belo Monte compromete, de maneira irreversível, a possibilidade das gerações presentes e futuras de atenderem suas próprias necessidades.

Apesar de ser um debate novo no judiciário brasileiro, o direito da natureza e das gerações futuras é objeto de pelo menos 14 convenções e tratados internacionais, todos ratificados pelo Brasil, além de estar presente na Constituição Federal"     
                                                                                     Procurador da República do Estado do Pará.


um das muitas manifesta anti Belo Monte
Parece mentira , mas nossos governantes mostram cada vez menos o respeito a vida e a natureza, muito menos aos indígenas que desde antigamente, tem suas terras surrupiadas pelos branco, e isso ainda hoje acontece, um exemplo claro é a Usina de Belo Monte.

A partir de 2010, Belo Monte tornou-se um assunto frequentes em debates sobre o meio ambiente, apesar da desaprovação social começar há mais de duas décadas, um projeto gigantesco, pensado ainda durante a ditadura militar na década de 70, que é uma hidrelétrica, com capacidade de geração de até 11,2 mil MW no meio da Amazônia.

Foram eles que fizeram os primeiros inventários sobre o aproveitamento energético da região do Xingu.

Apelidaram o projeto de Kararaô, uma forma sarcástica de chamar às populações indígenas que seriam atingidas pela inundação causa pela usina.

Na década de 80, durante o governo de  Sarney, virou projeto, e desde o governo Lula, integra as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Movimentos sociais e instituições públicas, populações indígenas e ribeirinhas além de organizações não-governamentais passaram a manifestar seu repudio e aversão, sobre a construção.

Vídeos, passeatas, manifestações, movimentos de protesto surgiram, mas nada foi capaz de conter o início das obras em junho de 2011.

As obras da usina hidrelétrica de Belo Monte iniciaram e trouxeram à tona velhos e novos questionamentos.
 
De acordo com o procurador, Belo Monte “viola o direito da natureza”

 “Neste século, a humanidade caminha para o reconhecimento da natureza como sujeito de direitos. A visão antropocêntrica utilitária está superada. Significa que os humanos não podem mais submeter a natureza à exploração ilimitada”.
A cidade de Altamira já sofre todos os impactos negativos que se esperava, sem que os positivos estejam visíveis.

O fluxo migratório aumentou e, isto já causou alteração nos índices de violência, com destaque para os crimes de violência sexual contra menores.

Belo Monte Marca um momento em que o governo brasileiro simplesmente nega que exista aproveitamento de recursos hídricos de áreas indígenas, argumentando que as áreas não serão alagadas.

Talvez, mas danos como o esvaziamento, com a redução drástica do volume de água, com o impedimento do uso do rio como meio de locomoção,  levara a extinção de diversas espécies de peixes,  aves e quelônios, a provável destruição da floresta aluvial e a explosão do número de insetos vetores de doenças.

A usina, de acordo com todos os documentos técnicos produzidos, pelo Ibama, pelas empreiteiras responsáveis e por Estudos pela Funai, vai causar a morte de parte considerável da biodiversidade na região da Volta Grande do Xingu, trecho de 100km do rio que terá a vazão drasticamente reduzida para alimentar as turbinas da hidrelétrica.
 

Concretamente, o que temos é o desprezo ao debate com as comunidades indígenas, o descumprimento direto da Constituição Federal e das obrigações internacionais assumidas pelo Brasil.

Diversas ações civis públicas apontam falhas distintas, em momentos distintos de todo este processo de licenciamento e início de construção da Usina de Belo Monte e podem, se forem julgadas, vir a determinar a paralisação das obras.

Esta é uma hipótese, pois, a situação, fica cada vez mais delicada, ante a demora no julgamento dos processos, e a paralisação ocorra no  momento em que os danos sejam ainda maiores.


“É inacreditável que tudo isso vai desaparecer. É muito triste.”

 O turista e wakesurfista Nick Taylor sobre a área que será devastada pela usina.


Como na Canção do Cólera " deixe a terra em paz", a Amazônia, já foi bastante roubada e destruida, Abaixo Belo Monte!




Fonte:

www.istoedinheiro.com.br
www.cimi.org.br
 http://gooutside.uol.com.br

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Revolucionários Anarquistas: Emma Goldman

Começo essa longa série de postagens sobre os grandes anarquistas, com uma mulher, que é com toda certeza uma das mais influentes no movimento anarquista feminista, devido seu intenso ativismo, além de seus escritos políticos e conferências que seviu de fonte de conhecimento aos que adotam essa ideologia.

Então, quem não conhece Emma Goldman, vou falar um pouquinho, comparado a sua longa e extensa história.

Emma Goldman foi uma anarquista e feminista que teve um papel fundamental no desenvolvimento do anarquismo nos EUA durante o seculo passado.

Nasceu no Império Russo,masainda jovem, emigrou para Nova Iorque nos Estados Unidos, onde conheceu e passou a fazer parte do crescente movimento anarquista naquele lugar.

Atraída pelo anarquismo, tornou-se uma renomada ensaísta de filosofia anarquista e escritora, escrevendo artigos anticapitalistas bem como sobre a emancipação da mulher, problemas sociais e a luta sindical.

 Goldman durante sua vida ativa nas causas anarquistas, foi diversas vezes presa, por "incentivar motins" e ilegalmente distribuir informações sobre o contraceptivo.

Em 1906, Goldman fundou o jornal anarquista Mother Earth (Mãe Terra).

Em 1917, Goldman foi sentenciada a dois anos na cadeia por "induzir pessoas a não se alistarem" no serviço militar obrigatório, que havia sido recentemente instituído nos Estados Unidos. 

Depois de ser solta da prisão, foram novamente presa,  junto com centenas de outros progressistas, sendo deportados para a Rússia. 

Inicialmente simpatizou com a Revolução Bolchevique daquele país, mas depois Goldman, expressou sua oposição ao uso de violência dos sovietes e à repressão das vozes independentes. 

 Com o início da Guerra Civil Espanhola, em 1936, Emma, já com mais de 60 anos, viajou até a Espanha para apoiar a Revolução Anarquista.

Durante sua vida,  foi celebrada por seus admiradores, como uma livre pensadora e "mulher rebelde".

Seus escritos e conferências abrangeram uma variedade de assuntos, incluindo o sistema prisional, ateísmo, liberdade de expressão, militarismo, capitalismo  casamento e emancipação das mulheres.

Após décadas de obscuridade, nos anos 1970 sua vida e obra de Emma Goldman voltou a ser reconhecida na medida em que jovens acadêmicas, feministas e anarquistas passaram a se interessar por ela.

Este interesse implicou uma nova onda de divulgação de seu legado, com publicações de seus artigos e livros sendo relançados, e citações e imagens suas sendo estampadas em camisetas e cartazes.

É creditada a ela diversos ditos marcantes do anarquismo entre estes a famosa frase que diz : "Se não posso dançar, não é minha revolução"  capaz de definir de maneira simples liberdade, na ideia anarquista.

Emma Goldman durante toda sua trajetória, teve o Anarquismo, não só como um ideal político, mas também como filosofia de vida.

Ela escreveu e falou regularmente a respeito do anarquismo por toda sua vida.

No ensaio que empresta o título ao seu livro "Anarquismo e Outros Ensaios", ela escreveu:

    O anarquismo, portanto, realmente se ergue pela libertação da mente humana do domínio da religião, a libertação do corpo humano do domínio da propriedade,  libertação dos grilhões e refreamentos dos governos.

O anarquismo está em busca de uma ordem social baseada no livre agrupamento de indivíduos com o propósito de produzir riqueza social real, uma ordem que irá garantir que todos os seres humanos tenham livre acesso à terra e à plena satisfação das necessidades da vida, de acordo com os desejos, gostos e inclinações individuais.
    — em Anarquismo, p. 62.

O anarquismo de Goldman era intensamente pessoal.

Ela acreditava que havia uma necessidade de que os pensadores anarquistas vivessem conforme aquilo que acreditavam, demonstrando suas convicções através de cada ação e palavra. "Não me importa se a teoria de um homem para o amanhã é correta," ela escreveu certa vez. "Me importa se seu espírito de hoje é correto."

" O anarquismo e a livre associação eram em sua lógica, respostas para os confins do controle governamental e capitalista.

Uma ateia comprometida, Emma Goldman entendia a religião como outro instrumento de controle e dominação da sociedade.

" Conscientemente ou inconscientemente, muitos teístas vem em deuses e demônios, paraíso e inferno, recompensa e punição, um chicote para conduzir as pessoas à obediência, à mansidão e ao contentamento… a filosofia do ateísmo expressa a expansão e desenvolvimento da mente humana. A filosofia do teísmo, se é que podemos chamá-la de filosofia, é estática e fixa."

Goldman fez muitos inimigos entre as comunidades religiosa ao atacar suas atitudes moralistas e esforços para controlar o comportamento humano.

Ela culpava o Cristianismo pela "perpetuação de uma sociedade escravista", argumentando que dirigia as ações individuais na Terra e oferecia a pessoas pobres a falsa promessa de um futuro de plenitude no paraíso.
 


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Baixo Calão e Derci Gonçalves em Macapá




O IV Festival "Dead Shall Rise", que acontece nos dias 31 de Março e 01 de Abril, será em grande estilo e muita pancadaria sonora, e com toda certeza vai marca este ano de 2012, já no começo, com muita roda de pogo e bate cabeça, a Sede dos Escoteiros vai pegar fogo, bandas de Grind, Thrash, Death, Heavy e Crossover, passaram no palco do maior festival de metal amapaense.

Dentre todas as atrações duas são especiais pra mim e não poderia deixar de comentar aqui, duas velhas conhecidas dos amantes e conhecedores da cena underground brasileira: Derci Gonçalves e Baixo Calão, bandas vindas da cena paraense, mas que são conhecidas no Brasil todo, por sua velocidade, peso e participações em coletâneas como "va - Destruindo o Brasil" de 2006, com participação de Derci Gonçalves e bandas de diversas regiões do Brasil.

É visivel que as bandas tanto de Grind como de outros generos do rock paraense, tem ganhado cada vez mais reconhecimento devido ao seu peso e qualidade, a exemplo das duas citadas (Baixo Calão e Derci Gonçalves), além de Madame Sataan e Delinquentes e tantas outras.

O rock paraense parece está me foco, ganhando o Brasil e o mundo cada vez mais.

Baixo Calão já é veterana, com 16 anos de estrada, sendo  uma das primeiras bandas de grindcore da cena underground do Pará, liderada pelo vocalista Leandro ""Porko".
Baixo Calão

Iniciaram suas atividades em 1996, com um som variando entre o Hardcore e o punk Brutal com o tempo a banda sofreu algumas mudanças de formação e amadurecimento, trilhando para a sonoridade mais agressiva e pesada recebendo o rotulo de Grindcore, porém as letras pouco mudaram, ainda são raivosas e tendo como tema principal o protesto e o inconformismo.

A banda Derci Gonçalves mais recente, surgiu em 2005, quando três jovens resolvem formar uma banda de hardcore veloz (Grind-Violence) e letras sarcásticas, em 2011 recebeu maior atenção ao fazer uma turner pela Europa, mas a banda não se deslumbra não, seguem a risca o "Faça Você Mesmo" e seguem na estrada influenciada pela garra de bandas como : Delinquentes, Baixo Calão e  Morte Suicida, também do estado paraense.


O Festival conta ainda com as bandas Nervochaos, de São Paulo, que já tocou por aqui em maio de 2011, as paraenses Disgrace and Terror, com sua  agressividade do thrash e death metal com mais de 10 anos de estrada, Antrofetido e Warpath, além de nossas conhecidas bandas do estado: Anonymous Hate, Carnnyvale, Amatribo, Metal Caos, Matinta Perera, Obthus, Carnal remains e Hidrah.

Bora comparecer galera, que a panela vai ferver, lembrando que os 100 primeiros, a comprar ingresso ganha CD!Eu não perco por nada :)







Fontes:
Facebook/evento/Dead shall Rise
pt.wikipedia.org
www.cafeinsoniafilmes.wordpress.com
www.metalmedia.com.br
punksdomundotodo.blogspot.com

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Happy B-Day: Kurt Cobain



Hoje é aniversário do grunge que nasceu em 20 de Fevereiro de 1967  na cidade cinza, Seattle, sempre visto de cabeça baixa e cabelo na cara, era mais, que um roqueiro antipático.

 Cobain era acima de tudo um ser humano, diferente um pouco de sua imagem criada pela mídia, defendia os direitos e causas das mulheres, chegou a colaborar em alguns concertos das Riot Grrrls, defendia a liberdade de expressão e homossexual, era uma pessoas simples não ligava para o luxo e nunca se deslumbrou com a fama.

Durante o colegial, Cobain fez amizade com um aluno homossexual na escola, chegou a sofrer bullying de estudantes homofóbicos que concluíam que Cobain também era gay.

Em uma entrevista de 1993 com a The Advocate, Cobain afirmou que ele era gay "em espírito" e que "provavelmente poderia ser bissexual".

Mas em um de seus diários pessoais ele escreveu: "eu não sou gay, embora eu desejasse ser, só para irritar esses homofóbicos".

Cobain veio ao mundo para ser conhecido como o porta-voz de sua geração, mesmo ele  não gostando desse rotulo e do peso que trazia.

Ele era uma figura pensativa, introspectiva, e as mudanças sociais e culturais de seu tempo, tiveram uma brutal e profunda influência em sua arte e musica.

Para alguns, Cobain era apenas um viciado, louco e depressivo, talvez, mas como qualquer um, Cobain, também riu, brincou, zoou os desafetos, era um bom amigo aos mais próximos e um grande musico aos fãs, tinha seus fantasmas, e decidiu sair de cena quando achou que esse mundo não era mais seu lugar.

Criado por pais da classe média e trabalhadora, Cobain teve uma infância tipica de filhos de pais separados, a mãe, Wendy Elizabeth Fradenburg  era garçonete  e o pai, Donald Leland Cobain mecânico automotivo.

Como ouvinte do Nirvana não gosto muito de falar das partes tristes da vida de Cobain, e muito menos sobre seu suicídio, como a maioria de fãs, tinha muita curiosidade sobre tais assuntos, mas acredito que quem leu a biografia escrita por Charles R. Cross também pensa o mesmo, em especial por causa da tortura dos últimos capítulos, acreditem, ali foi um divisor triste pra mim, já li muitas biografias e vi muitas historias tristes , mas nenhuma me foi tão difícil como os últimos dias de Cobain, minha irmã que não é fã da banda também leu e não conteve as lagrimas que é impossível segurar, ao ver uma pessoas sem auto-controle, ser levada para o buraco da heroína, ver os amigos como os maiores inimigos, Cobain só tinha um fim e nenhuma espectativa de cura.



 Durante os últimos anos de sua vida, Cobain lutou contra o vício em heroína, doenças, depressão, fama e imagem pública, bem como as pressões ao longo da vida profissional e pessoal em torno a si, infelizmente o que mais se fala é dessas memorias e episódios de sua vida, mas hoje depois de mais de 15 anos, a presença de Cobain e do Nirvana é tão presente como nos anos 90, revistas , livros ainda fazem dele vivo, e acima de tudo uma influência musical a muitos jovens.

 Desejo que onde estiver encontre finalmente o sossego e a paz...E agradeço por sua existência breve, porém marcante e de muitos ensinamentos pra mim, além de suas musicas marcarem momentos felizes e tristes da minha vida, tornando esses mesmos momentos especiais.






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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Novidades: Data de Lançamento de "Hit so Hard" e possivel disco novo do Hole

O documentário sobre Patti schemel ex-baterista da banda Hole, entitulado de " Hit So Hard" já tem uma data de lançamento, segundo consta na pagina do Facebook da baterista, o documentário sera lançado nos EUA em 05 de Junho de 2012.



O documentário muito aguardado por quem acompanha a banda de Courtney Love promete trazer, a história da ex-baterista do Hole, além de seu envolvimento e problemas com  as drogas, o motivo da saída de Schemel da banda, a homossexualidade e anonimato, além de trazer muito da vida e dos bastidores dos integrantes do Hole e a tão aguardada música exclusiva de Courtney Love e Kurt Cobain, "Stinking of you".

Courtney em estudio (Fevereiro de 2012)
Outra novidade envolvendo o Hole é a possivel gravação de um novo disco, os integrantes da banda foram flagrados em estudio, o que gera o boato, apesar dos suspense feito por courtney, nada confirmado ainda.

Só nos resta aguarda pelas novidades que logo serão concretizadas, documentário e quem sabe de quebra um disco novo da Garota Infernal :)








sábado, 18 de fevereiro de 2012

Babes in Toyland: Biografia



A banda babes in Toyland foi formada, em 1987 em Minneapolis, por Kat Bjelland mentalizadora, criadora, vocalista e guitarrista da banda.

Kat formou sua primeira banda em 1985, o Sugar Baby Doll, com Jennifer Finch (que mais tarde formou o L7) e Courtney Love(que formou o Hole) em San Francisco.

O Sugar Baby Doll teve apenas alguns ensaios durante algum tempo, a banda nãu foi para frente, e em 1987 a idéia de seguir carreira numa banda fica mais séria e Kat e Courtney se mudam para Minneapolis na intenção de formar uma nova banda.

Em Minneapolis, Lori Barbero, baterista juntou-se as duas e o Babes In Toyland estava formado, com Kat na guitarra e vocal e Courtney no baixo.

Courtney não durou muito na banda, devidas opiniões diferentes e rixas com Kat.

 Michelle Leon que fazia parte do Hole, se tornou a nova baixista da banda de kat, e o Babes In Toyland fez sua estréia com o compacto “House/Arriba” para o Single’s Club da Sub Pop em 1990, que trazia artistas como Nirvana, L7, Mudhoney entre outros.
Jennie finch, kat e Courtney no Sugar Babby Doll

 No mesmo ano veio o primeiro álbum “Spanking Machine”, gravado com Jack Endino no estúdio Reciprocal em Seattle, lançado pela Twin/Tone de Minneapolis.

O Babes In Toyland tinha influência do punk, mas as músicas eram estruturadas de maneira desencontrada, alternando trechos rápidos e lentos.

O disco repercutiu bem, especialmente na Inglaterra, onde o estilo da banda chamou a atenção.

No ano seguinte, o EP “To Mother” chegou as lojas trazendo como destaque “Mad Pilot” e “Catatonic” e a banda pouco a pouco tornava-se conhecida no circuito independente.

Na Inglaterra, numa época em que reinavam os shoegazers, músicos que se apresentavam discretamente olhando para baixo enquanto tocavam, o estilo agressivo e aberto de Kat era uma revolução.

O jeito de vestir era um capítulo à parte, o ‘uniforme’ de Kat, eram vestidos tipo babydoll, maquiagem exagerada e sapatos ao estilo boneca, o estilo que foi batizado de kinderwhore pela mídia.

Ironicamente, tanto o Babes In Toyland quanto o Hole chamaram a atenção do Sonic Youth, e por intermédio, o Babes In Toyland assinou com uma grande gravadora, a Reprise.

Kim Gordon e Lee Ranaldo do Sonic Youth se dedicaram pessoalmente aos seus novos afilhados, Kim produziu o álbum de estréia do Hole, "Pretty On The Inside", enquanto Lee foi o produtor de “Fontanelle” o álbum definitivo da banda de Kat Bjelland.

O som ficou mais limpo e profissional sem perder a pegada agressiva da banda, com destaque para a bateria de Lori Barbero, que desenvolveu um estilo próprio que ela chamava de tribal.

O disco marcava também a estréia da nova baixista Maureen Herman, que substituiu Michelle Leon sem traumas pouco antes das gravações.

Mas o centro das atenções em Fontanelle era Kat, com seu vocal gritado alternado com sussurros insinuantes. “Bruise Violet”, uma homenagem a Courtney, era o carro-chefe, chegando a ter seu videoclip bastante rodado na MTV.

Destacavam-se também músicas como “Blood” e “Spun”.

A maior surpresa era “Quiet Room”, uma misteriosa e delicada música instrumental.

Com o surgimento de mais bandas integradas por mulheres ou com mulheres na formação, o sub-gênero das riot grrrls, que passou a ganhar amplos espaços na mídia. Associado a essa cena, o Babes In Toyland passou a ser ainda mais reconhecido.

maurren herman
Em 1993 o Babes In Toyland foi convidado (pelo Sonic Youth) a participar do Festival Lollapalooza, na época o principal festival itinerante do rock americano.

Para marcar a participação na turnê foi lançado o EP “Painkillers”, contendo uma regração de “He’s My Thing”, algumas músicas inéditas e faixas ao vivo.

No entanto, apesar de todo o destaque, a postura e som anticomercial não fizeram do Babes In Toyland uma banda popular.

Verdade seja dita, nenhuma banda riot grrl chegou ao estrelato, com exceção do Hole, que popularizou seu som a partir do álbum "Live Through This" e era odiado por boa parte das seguidoras do riot grrrl.

Após o Lollapalooza o Babes In Toyland estava em alta, mas o próximo disco só ficou pronto dois anos depois, Nemesisters, lançado em maio de 1995.

No terceiro e ultimo disco Nemesisters, o Babes In Toyland apostava em uma sonoridade mais tradicional do hard rock, ainda pesado, mas bem menos brutal que nos trabalhos anteriores.

O primeiro single, “Sweet 69”, evidenciava os novos caminhos da banda, baseado em riffs bem marcados.

Mas Nemesister também trazia uma série de covers bizarras. Uma delas a balada melacueca “All By Myself”, de Eric Carmen (gravada até por Celine Dion), cantada de forma propositadamente irritante por Kat.

Kat
“Deep Song”, imortalizada por Billy Holiday ganhou curiosa versão acapella com Lori no vocal.

Para fechar o trio de covers, “We Are Family”, hit da era disco, que virou um pop-rock suingado na versão do Babes In Toyland.

Nemesister não teve uma boa divulgação e recepção da crítica não foi boa.

Para piorar, a Reprise escolheu “We Are Family” como single, confundindo os fãs. Após um ano de turnê a banda anunciou que estava se separando para se dedicar a novos projetos.

Kat formou o Katastrophy Wife, ao lado do marido Glen Mattson, enquanto Lori formou o Eggtwist.

Em 2000 foi lançado o álbum “Lived” pela gravadora Almafame, com uma série de faixas extraídas da turnê do Lolapalooza.

Para comemorar o lançamento, a banda fez um show em Minneapolis, que também acabou virando disco um ano mais tarde, batizado “Minneapolism”.

Estranhamente a Alamfame colocou no mercado quase simultaneamente mais três discos (!), “Devil” e “Viled”, duas compilações de músicas ao vivo e “Further Adventures of Babes In Toyland”, uma espécie de best of dos três lançamentos anteriores.

Como se não bastasse, saiu mais uma coletânea, Natural Babe Killers, pela gravadora Snapper.

Na Inglaterra foi lançado o álbum BBC Sessions, cobrindo as apresentações do Babes In Toyland no programa de John Peel, terminando com a avalanche de lançamentos discutíveis no mercado.

Em 2001, animada pela repercussão do show de Minneapolis, Kat Bjelland agendou uma turnê européia para o Babes In Toyland.

O detalhe é que ela não convidou Lori e uma das baixistas originais, optando por músicos contratados.

Lori ficou sabendo da turnê pela imprensa e ameaçou processar Kat pela empreitada.

Os shows foram cancelados e foi o fim definitivo do Babes In Toyland, num episódio lamentável.







Texto Original: www.letras.com.br

Movimento Liberdade ao Rock



 Liberdade ao Rock é um Movimento Livre e Independente composto por Bandas e Pessoas interessadas em Produzir, Divulgar e Difundir o Rock no estado do Amapá, enquanto expressão musical de Pensamento e Atitude Libertária.

A partir da iniciativa de bandas locais que não tinha aceitação pelos agentes culturais que detinham a posse dos espaços artísticos.

O Movimento de Iniciativa Cultural Liberdade ao Rock surge no dia 11 de outubro de 2008, organizando eventos em praça publica, exatamente na praça da bandeira localizada no centro de Macapá.

Idealizado e feito por jovens, tem como principios enraizados na ideologia punk do “faça você mesmo” e na iniciativa do material solidário que estabelece que cada banda ou artista deva estar disposta a trabalhar na pré-produção e produção do evento, bem como colaborar com equipamentos necessários para o ato do espetáculo, como item do regulamento e uma das condições mais importante para a participação da ação, mas sendo vedada como caráter eliminatório para a participação do artista ou banda no movimento.

Dentro desta ideologia o movimento existe há 3 anos.

Apesar das grandes dificuldades, já apresentaram-se  no palco de rua do Liberdade ao Rock, mais 600 multi-artistas.

Dos quais cito  as bandas que pude ter a oportunidade de ver, algumas que surguiram no Liberdade ao Rock e outras que apenas somaram com o Movimento: Beatle George, Vila Vintém,Nova Ordem, Matinta Perera, Urubu Mortalha,Godzilla, Dominio Elétrico, LBR, Gás 11, Suicidio, Capital Morena e muitas outras que me fogem da memoria agora.

Com a adesão e constante crescimento da procurar de novos artistas pelo  movimento os organizadores, viram-se na necessidade de procurar construir novas ações que capacitem e integrem um numero maior de pessoas e tendo como a principal ação a efetivação do Festival Terra Firme.



As bandas interessadas em tocar deverão participar das reuniões que os organizadores fazem em uma data ainda não especificada em algumas semanas, antes do evento e colaborar com materiais e trabalho para estruturação.

Nas reuniões são feitas os sorteios para a ordem de apresentação das bandas.   
Contato: liberdade-rock@live.com



Fonte: Liberdade ao Rock
Pedro Santiago (Organizador do Evento)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012





Garotas no Vocal: 6 Metal Girls


Assim como  a maioria das areas musicais, o Heavy Metal é um genero inicialmente feito pelos homens, porém muitas mulheres se destacaram nessa área musical e  hoje a pedidos, trago 6 bandas dominadas por mulheres, muito peso e de diversos ramos do Metal, para agradar a todos os gostos, depois de uma pesquisada e buscas na internet são elas as que mais destacaram-se.

Observação: As bandas selecionadas seguem o meu conhecimento, ou seja, não estou afirmando que sejam as melhores apenas indicando as que conheço e as que acho que se destacaram!Segue a dica :)


Girlschool 
Começo com a minha banda favorita de Heavy metal feminina, o Girlschool que é uma das bandas pioneiras  do heavy metal feminino, formada apenas por mulheres, são elas: Kim McAullife, Denise Dufort, Enid Willians e Kelly Johnson.

Assim como a  banda punk feminina, The Runaways, elas tiveram muito apoio da super banda Motörhead, chegando a gravar com a banda e a saír em algumas turnês.

O som  da banda é um heavy metal bem básico, raivoso, com muita energia e rapído, bem na linha do Motörhead, só que em versão feminina.

A formação atual conta com Jackie Chambers no lugar de Kelly Johnson desde de 2003, kelly que faleeceu em 15/07/2007.

Em 1981 Lemmy e as garotas do Girlschool lançaram o projeto ''Headgirl''(Junção do nome das duas bandas).

Um projeto ousado, mas que deu certo e agradou a todos. 
A fusão entre duas da maiores bandas de metal que o mundo, o Motörhead...que dispensa apresentações  e a Girlschool, a banda de metal feminina mais famosa do mundo e referência para todas que conhecem e fazem o genero, tanto femino quanto masculino. 
Girlschool

O EP da banda Headgirls conta com três musicas, são: ''Please Don't Touch'' (Johnny Kidd and the Pirates), ''Bomber'' (Motörhead) e ''Emergency'' (Girlschool).

O projeto deu tão certo que no mesmo ano, foi lançado o disco ''Hard Rock On 12 Inch'' contendo: ''Please Don´t Touch'' a ''Stay Clean'' (Motörhead) e ''Demolition Boys'' (Girlschool)

Crisis (Karyn Crisis)

Sem duvida uma das melhores bandas de metal com vocal feminino, que tive a oportunidade ouvir, selvagem e de peso, essa é karyn Crisis.

Originalmente formada em 1993, em New York, quando Afzaal, decidiu montar uma banda de metal feminino, O Crisis é emcabeçado por Karyn Crisis e leva um som de Hardcore/Metal ou mais popularmente que se encaixa no subgenero, GrindCore.

A dinâmica poderosa do Crisis, ficaram evidentes desde o primeiro ensaio e se tornou mais incrível já que, como notado por qualquer um que assistiu seus inspiradores sets ao vivo, são cheio de energia e peso, que são caracteristicas marcantes em suas apresentações.

Em 1996,  assinaram com a Metal Blade Records e lançou o "extermination Deathshead" bem recebido e que deu uma visibilidade boa a banda, no ano seguinte lançaram  "The emptying", durante este período a banda excursionou incansavelmente nos EUA e na Europa.

As letras rica e bem feitas em junção com o sonoridade pesada,  apresentama banda um (des) equilíbrio do metal, uma arte escura em harmonia com um hardcore experimental, com ondas implacáveis ​​de energia primal e brutalidade absoluta! 

Mesmo após duas decadas a  banda ainda permanece na ativa.
E o musica e video que indico aqui é a otima "Waking the Dead".



Arch Enemy (Angela Gossow)



Bastante conhecida e falada nos mais diversos sites de rock, como o Whiplash, a banda de Angela Gossow, honra tamanha fama com o potencial de suas musicas.

Formada em 1995, o Arch Enemy é uma banda sueca de death metal com influências de thrash metal, comanda pela cantora alemã Angela Gossow, que leva um gutural potente, de dar inveja a muito marmanjo.

A banda se cosolida como uma das principais bandas deste subgênero do heavy metal que se convencionou chamar de 'death metal melódico', em virtude principalmente de elementos melódicos provenientes do heavy metal tradicional, do power metal, do heavy rock e até mesmo do hard rock dos anos 70 e 80. 

Angela Gossow, a mais extrema da banda em se falando de gosto musical, contribuiu muito para tornar o som da banda mais pesado sem abandonar porém a melodia.

Ela  trabalhava em uma firma de publicidade e estudava economia, quando em 1999, fez uma entrevista com o Arch Enemy para uma revista online.. 

Na ocasião ela entregou uma fita demo da Mistress, banda na qual cantava. 

Em 2000 Johan Liiva saiu do Arch Enemy e o guitarrista Michael Amott chamou Angela Gossow para fazer testes na Suécia para entrar na banda, o resultado desse teste está ai, com o Arch Enemy, consolidado e ainda hoje na ativa.


Cadaveria 


A banda italiana de Gothic metal, é sem duvida uma das grandes e otimas pedidas desse genero, apesar de pouco conhecida por aqui, vale a pena conhecer seu trabalho.


Cadaveria nasceu em 2001, após o baterista Flegias e da vocalista Cadaveria terem deixado a antiga banda Opera IX.

Depois de alguns meses á procura de mais membros, a formação da banda estava completa com a entrada do baixista Killer Bob, do guitarrista Frank Booth e do tecladista Baron Harkonnen.

Em 2002 é apresentado ao público o primeiro álbum, intitulado "The Shadows' Madame".

Em 2004 Far Away From Conformity é lançado.

Depois de algumas tours de promoção deste álbum a banda volta ao estúdio para gravar mais um álbum. 

O resultado é apresentado em Maio de 2007, com o nome de In Your Blood.

O Mais recente trabalho da banda foi lançado este ano entilulado  Horror Metal, que até o momento tem agradado bastante.


Epica (Simone Simons)
 Nas minhas buscas por cantoras e bandas femininas, encontrei a alguns anos atrás a cantora Simone Simons, que de inicio logo foi compara a vocalista Amy lee (Evanescence), mas comparações não estão com nada, cada um tem seu talento, não sou grande fã de Simons, mas ela tem seu lugar nesse poste, já que integra o grupos de mulheres que seguem no ramo do Metal.

Simons é uma cantora lírica e instrumentista que comanda a banda de metal sinfônico Epica.

Infuenciada e fã, em seus 15 anos pela banda finlandesa Nightwish, logo se indetifico e apaixonou-se pela vocalista da banda que na época era Tarja Turunen. 

Em 2002, conheceu o compositor Mark Jansen, de quem tornou-se amiga e com quem, mais tarde, teve um relacionamento amoroso.

No mesmo ano Mark, fundou um novo projeto musical, a banda de metal sinfônico Epica, que de inicio recebeu o nome de Sahara Dust .

Porém apenas em 2003, com a saída de Michaelsen então vocalista do Sahara Dust, que Simone Simons integrou o grupo, com uma nova vocalista a banda também recebeu um novo nome, o então conhecido "Epica", no mesmo ano lançaram sua primeira demo e seu primeiro álbum de estúdio - respectivamente chamados Cry for the Moon e The Phantom Agony.

Simone Simons, ao longo de seus primeiros cinco anos ao lado do Epica, já lançou doze álbuns fonográficos (uma média de um disco a cada cinco meses).

O Epica já se apresentou em concertos ao redor do mundo todo e continua em atividade.

Kittie


Formada em 1996, Kittie é uma banda e metal canadense, criada pelas irmãs, Morgan Lander e Mercedes Lander (bateria).

Obteve sucesso em 1999, quando a faixa "Brackish" tornou-se  o seu unico hit, hoje poucos, talvez lembrem da banda, mas creio que muitos começaram ou ouviam a banda a alguns anos atrás, comigo não foi diferente, a banda agora com um visual menos gotico ainda leva um som pesado, seguindo no mundo do Metal.

Durante o início da década de 2000, bastante comentada e com um CD bastante divulgado, devido ao hit, a banda saiu em turner com o Slipknot  pelo Reino Unido, o que  aumentou a popularidade da banda.

O nome "Kittie", segundo Morgan Lander (vocal e guitarra): "Penso que escolhemos Kittie porque queríamos algo totalmente inesperado, algo que soasse fraco, de modo que quando se ouve a banda pela primeira vez, seja um choque total."

Mercedes e Fallon se conheceram nas aulas de ginástica em 1996 e juntamente com Morgan começaram os ensaios fazendo covers de Nirvana e Silverchair.

A banda precisaria de uma baixista, e foi assim que chamaram Tanya Candler. Nascia então a banda "Kittie" em setembro de 1999.

Por motivos desconhecidos Tanya não durou muito na banda Kittie, sendo substituída por Talena Atfiled. Com a entrada de Talena, a formação classica e atual do Kittie estava pronta.

A definição para o som da banda seria uma mesclagem de glam, New Metal e Death Metal.

A banda ainda esta na ativa, seguem carreira, em Janeiro de 2010, Kittie  viajou a Europa, novamente, para promover seu mais recente álbum "In the Black".

Bem essas foram as 6 bandas de Metal, lideradas por mulher, logo, logo trago 6 bandas do punk Rock feitas por mulheres ;)


Fontes:
rickrodrigues1.blogspot.com
music-160.blogspot.com

Garotas no Vocal: Huggy Bear

Dando continuidade a longa série de garotas no vocal, aqui no blog, hoje trago mais uma do movimento riot Grrrl, a banda Huggy Bear, diretamente de  Londres / Brighton , Inglaterra, a banda levava um som punk rock e sua  atividade  foi  durante o breve periodo de 1991 - 1994, hoje pouco se sabe da banda, mas ainda se encontra algum material dela pelo vasto mundo da internet.

Influenciada pela grande movimentação de garotas feministas da cena do Noroeste dos Estados Unidos, que faziam musica com mensagem de apoio a mulher pela musica, o conjunto Huggy Bear, assim como as bandas de Olympia e Seattle, faziam musica baseado no manifesto riot grrrl, liderado por feministas bandas como Bikini Kill.

Durante o pequeno curso de sua existência, se recusaram a ser fotografados ou entrevistados pela imprensa,  nem deram seus nomes completos, uma vez que começou a lançar discos formalmente. 

Diziam:
"     Nossa situação era diferente das bandas  americanas Riot Grrrls foram respondendo. O metro de Londres havia se deteriorado completamente, não havia realmente muito de uma alternativa. . . ' indie ' só se tornou um termo abstrato para um estilo de música, não idéias ou valores, porque todos eles estavam assinatura para as grandes gravadoras .

A noção de vender não era importante. O punk rock não era importante. Fanzines foram vistos como uma piada triste, então tivemos que explicar coisas que poderia ter sido óbvio para as crianças americanas, mas era estranho a jovens crianças britânicas. As razões para ser independente foram bufou menos. "


Sua estreia ocorreu com o disco "Burst", que foi lançado em 1992, e no mesmo ano eles começaram a trabalhar em estreita colaboração com o Bikini Kill, época que a popularidade do riot grrrl alcançou o grande pico em ambos os lados do Atlântico, culminando em um álbum chamado de " Troubled / Yeah Yeah Yeah Yeah" com os nomes do Huggy Bear e Bikini Kill, respectivamente. 

O  Huggy Bear, em seguida, lançou uma série de EPs, e o guitarrista Slade sai da banda.

Em 14 de fevereiro de 1993, aconteceu um fato que marcou a trajetória da banda de forma desastrosa, o Huggy Bear apresentava "Jazz Her" em um programa britânico de televisão.

Após isso a banda ficou em estúdio do programa, para assistir a um relatório sobre dois modelos norte-americanos que se chamavam " The Twins Barbi ". 

O Huggy Bear e seus fãs ficaram chateados com isso e começou a gritar no show do apresentador Terry Christian, gerando uma grande confusão ao vivo .

Eles foram expulsos do estúdio.

O fato gerou polêmica e chegou a ser comparado com o incidente dos Sex Pistols no programa de Bill Grundy em meados do fim dos anos 70.



  Integrantes:

    Chris Rowley: vocais, trompete e piano
    Jo Johnson: guitarra e vocais
    Jon Slade: guitarra
    Niki Elliott: baixo e vocais
    Karen Hill: bateria e piano














quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Novidades do Joy Division!



Amor e ódio , alegria dividida ( infame trocadilho), contagiou aqui, e a todos os fãs da banda Joy Division, pois recentemente, Jamie Oliver, um famoso cozinheiro britânico, encontrou na cave do seu restaurante em Manchester, fitas cassetes de possíveis canções inéditas do Joy Divison e também do New Order.

As fitas cassetes encontradas ainda são mistério, pois não se sabe de que ano são nem que músicas dos Joy Division e dos New Order é que lá estão.

A banda de pós-punk foi formada de 1976, originada de  Manchester, Inglaterra, e finalizou suas atividades em 18 de Maio de 1980 com o suicídio de Ian Curtis.

Após o termino da banda, os três integrantes remanescestes formaram o New Order.

A banda era fortemente  influenciada pela cultura punk de 1977, tinha uma levada do punk com mistura  do rock underground e algumas pegadas do experimentalismo e inovações eletrônicas.

 Outra polemica a cerca da banda é o fato da empresa milionária Disney, lançar camisas com o simbolo de Mickey em formato da capa do disco Unknown Pleasures.

Em entrevista à New Musical Express, Hook afirmou que não deu permissão à Disney para que a imagem original fosse usada,e segundo ele a situação esta em "área nublada" da legislação. 

Disse também que a imagem do disco é atualmente publica do ponto de vista legal e que é "engraçado que um grande conglomerado como a Disney pegue e use algo de uma pobre banda de Manchester que só durou alguns anos".

Que feio Disney! Eu que já não curtia nada dessa empresa, agora ganhou meu total desprezo, querendo lucrar encima de uma banda original e que se fez no underground, com musicas para serem apresiadas e não apenas vendidas.



Um representante da empresa disse que tão logo a Disney tomou conhecimento de que poderia haver um problema judicial, e a camiseta foi retirada das prateleiras e de sua loja virtual para que a situação fosse revista.
Hook,  afirmou ainda que para usar algum  material do Joy Division é exigido, que seja feita uma doação para a instituição de caridade contra a epilepsia criada em memória de Ian Curtis.





Fontes:
http://ultimosegundo.ig.com.br
http://www.tvi24.iol.pt

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

20 Casais que Marcaram o Rock´n´roll!

Essa é uma postagem especial para os apaixonados e que curtem um bom rock. Selecionei 20 casais que fizeram ou fazem rock e que se amam ou se amaram, como hoje é dia de São Valentim, deixo aqui, casais eternos na nossa lembrança e que tiveram romances as vezes rápidos, mas que foram inesquecíveis, outros que acabaram em tragédia e os que duraram uma vida toda, todos deixaram uma boa lição: o importante é amar :P

Do punk ao grunge, do Hard Rock ao Heavy Metal e até do rock nacional, todos os gosto, para ninguém botar defeito, e ai qual seu preferido?  :)


1- Brody Dalle e Tim Armstrong: Brody foi vocalista do antigo The Distillers e atual Spinnerette e Tim é o lider do Rancid. Esse casal as vezes é muito esquecido, já que atualmente a cantora vive com Josh Homme (Queens of the Stone Age) , particulamente, foi um caso de amor inesquecivel, para quem conhece a história dos dois, foi Tim quem ajudou Brody no inicio da carreira. Uma versão moderna de Sid e Nancy :)








2- Courtney Love e Kurt Cobain: Courtney Love vocalista da banda Hole e Kurt foi o lider da banda grunge Nirvana, apesar dos rumores que a cantora foi quem matou Kurt, nada foi provado, sendo apenas conspiração, do casamento nasceu Frances Bean.




3- Gwen Stefani e Gavin Ross: Gwen é vocalista da banda No Doubt e Marvin da banda de pós-Grunge Bush, após uma turner em que a banda da cantora iria abrir para o Bush os dois nunca mais se largaram.



 4-Karen Elson e Jack White : Jack é vocalista da banda The White Stripes, e Karen é atriz/modelo. Jack foi casado com Meg White também da banda TWS, separaram-se em 2000, no inicio da carreira, o casamento com Karen também acabou, mas os dois deram uma festa, durante o divorcio e continuam bons amigos:)





5- Yoko Ono e John Lennon : John era da banda Beatles e Yoko cantava solo, uma história de amor bastante conhecida, onde John largou tudo e  todos por amor a sua escolhida.





 6- Nancy Spungen e Sid Vicious : Sid era baixista da banda Sex Pistols e inicialmente, foi baterista do Siouxsie and The Banshees. Esse é talvez o casal que iniciou a tradição de casais do rock, apesar do fim trágico de ambos, ainda é muito lembrado até. Chegou a ir parar nas telas do cinema com o longa "Sid and Nancy: Love Kills".
Sid e Nancy



7- Demri Lara Parrott e Layne Staley : Layne era vocalista da banda Alice in Chains, após a morte da namorada, ele entrou em depressão e algum tempo depois também morreu vitima de overdose.





 8- Pamela Courson e Jim Morrison: Jim era vocalista do The Doors. O caso de amor dos dois é bem conhecido, já que após a morte polêmica do cantor em Paris, meses depos Pamela também morreu misteriosamente.





 9- Pj Harvey e Nick Cave: Pj é cantora solo e Nick é vocalista da antiga banda The Seeds. Os dois foram casados a algum tempo e fizeram até musicas juntos, infelizmente o romance terminou.

Nick Cave e Pj Harvey

 10- Kate Moss e Peter Doherty; Peter era vocalista do Babyshambles e do The Libertines, mais recentemente estava em carreira  solo, e Kate é modelo e já chegou a cantar também , numa participação de uma musica do Primal Scream.. O casal que se desfez a alguns anos gerou polêmica,  devido aos usos abussivos de drogas, Peter atualmente está preso e Kate segue carreira e esta casada com o Vocalista do The Kills.


11- Maureen e Robert Plant : Robert era vocalista da lendaria banda Led Zeppelin.




12- Kim Gordon e Thruston Moore: O casal integra a banda Sonic Youth, o casamente durou mais de 20 anos, porém agora em 2011, deram entrevistas que estão se divorciando, uma pena ;~

Truston Moore e Kim Gordon


 13- Mallu Magalhães e Marcelo Camelo: Mallu e cantora solo e Camelo integra a banda Los Hermanos.È o casal nacional que mais me cativa, devido terem uma idade bem diferente um do outro, mas o amor e respeito é bem visivel entre os dois.

mallu e Camelo


14- Mary Poole e Robert Smith: O vocalista do The Cure tem uma história de amor de vida toda com Mary, já que se conheceram e flertavam desde a infância.





 15- Joan Baez e Bob Dylan: Joan é uma conhecida cantora e Folk e Dylan também canta o genero, ela ajudou a promover Bob Dylan, impressionada com suas composições iniciais e incluindo várias delas em seu repertório. Acabaram tornando-se namorados por um tempo, mas o relacionamento acabou em 1965.





 16- Dita Von Teese e Marilyn Manson: A atriz de teatro burlesco e pin up, foi casada a alguns anos atrás com o cantor, hoje pouco de fala dos dois, mas ficou marcado na minha memoria, como um dos casais mais grotesco e bonitos.

 



 17- Amy Winehouse e Blake: Amy apesar de não cantar rock precisamente, integra o time de artistas do rock, já que suas musicas tem uma levada do genero, o relacionamento dos dois também foi comparado a Sid e Nancy, devido os abussivos usos de drogas e problemas no relacionamento, que eram sempre vistos na midia, Amy morreu em 2011, com 27 anos e Blake atualmente está preso.





18- June Carter e Johnny Cash: O caso de amor que foi para nos cinemas, durou mais de 4 decadas, Johnny conheceu June nos anos 50, ainda casado, separou-se e casou com June, os dois viveram felizes até 2003, quando morreram com apenas meses de diferença.




 19- Patti Smith e Fred "Sonic" Smith: Patti é uma das grandes poetisas e lendas femininas do punk e Fred foi musico da lendaria banda, também punk o MC5. Fred era para Patti, além de parceiro de composição e amigo o seu eterno amor, ele já é falecido vitima de cancêr e a cantora ainda esta na ativa.




 20- Sharon e Ozzy Osbourne: O lideres da Familia Osbourne são velhos conhecidos pois são, um dos casais com relacionamento  mais longo e  respeitado do mundo do rock.

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