terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sonic Youth " Vai acabar durante algum tempo"

A banda de rock alternativo norte-americana Sonic Youth foi uma das atrações do SWU que ocorreu recentemente em Paulinia, São Paulo, formada no ano de 1981, em Nova Iorque.

Ícone da música e da cultura alternativa norte-americana, seu estilo é considerado bastante peculiar e criativo, fundamentado em experimentações melódicas, com influências do punk rock e do hardcore.


Eles conquistaram um sucesso moderado no mainstream, e são considerados um dos grupos pioneiros do rock alternativo e fundamentais para o movimento grunge dos anos 90.As influências da bandas estão desde The Stooges, Patti Smith e The Velvet Underground.


Após o ultimo Show em Paulinia a banda entrou em hiato indeterminado, o que para muitos é o fim da banda, vamos tocer que não.

O Guitarrista dos Sonic Youth disse em recente entrevista a Revista Rolling Stone, que paragem não é tão súbita como pode parecer e mostra otimismo e serenidade face à situação atravessada pela banda atualmente.

Recentemente, a banda anunciou que o seu futuro era incerto, na sequência do fim do casamento - que durava há 27 anos, dos membros fundadores da banda, Kim Gordon e Thurston Moore.

  Lee Ranaldo explicou à Rolling Stone que: "todas as bandas têm o seu tempo".

"Para mim, não é tão repentino como tem parecido na imprensa. Sinto-me otimista quanto ao futuro, independentemente do que aconteça neste momento. No geral, fizemos uma digressão bastante boa", considera, referindo-se às datas ao vivo na América Latina.

"Quer dizer, houve alguns assuntos que evitámos e situações diferentes em termos de viagem - eles (Kim Gordon e Thurston Moore) já não ficam no mesmo quarto nem nada... Ainda não sabemos o que vai acontecer. Penso que estes foram, até ver, os nossos últimos concertos, e é melhor não dizer mais nada".

Ainda à Rolling Stone, Lee Ranaldo confessou que os Sonic Youth não têm planos de gravar material novo mas têm "toneladas de material de arquivo".

O último disco dos Sonic Youth foi "The Eternal" de 2009.
Atualmente sua formação era composta por Thurston Moore nos vocais e na guitarra, Lee Ranaldo também vocais e guitarra, a suprema Kim Gordon comanda o baixo, em alguns momentos a guitarra e os vocais, Mark Ibold no baixo e Steve Shelley na bateria.



Fontes:
wikipedia.com

http://blitz.aeiou.pt/

domingo, 20 de novembro de 2011

Garotas no Vocal Parte. 2


 Novamente venho postar aqui mais algumas opções de bandas e cantoras femininas que estão presentes na minha vida , afinal, nem só de homens é feita a musica,  uma presença charmosa e  as vezes selvagem faz muita diferença. Então deixa de preconceito e ouve a minha dica, tem para todos os gosto do Folk ao velho Grunge. 



 Babes in Toyland
Essa é uma dica especial para quem curte o rock noventista e feminino, Babes in Toyland foi uma banda estadunidense de punk rock do estado de Minnesota, também encaixada no genero Grunge e no Riot Grrrl, devido as suas variações entre os seguintes generos, formada em 1987 na cidade de Minneapolis por Kat no vocal e Courtney Love no Baixo após fracassarem no projeto musical Sugar Baby Doll, Love logo foi demitida da banda por sua amiga e ex-namorada Kat, devido a suas personalidades fortes e dificil que vez ou outra se batiam de frente.
kat Bejlland

Entre 1989 e 1995, a banda gravou três álbuns de estúdio, que foram associados ao grunge crescente movimento musical da epoca liderado por Nirvana e compania.

Os membros principis do Babes in Toyland, foram Kat Bjelland, vocalista e guitarrista, Lori Barbero na bateria e Michelle Leon assumindo o baixo.


A sua estréia foi com o álbum "Spanking Machine", lançado em 1989 como EP e em 1990 como Albúm de Estudio, que acabou chamando a atenção de Thurston Moore do Sonic Youth, que convidandou a banda para acompanhar o Sonic Youth em sua turnê pela europa.

"Spanking Machine" foi lançado na Inglaterra e logo conseguiu uma grande repercussão nas paradas britanicas. John Peel nomeou o álbum como seu favorito de 1990, e realmente  o albúm é incrivel dentro das conciderações de uma banda feminina da epoca, bem arranjado e selvagem, um album furioso por si só, com os poderosos vocais de Kat.

"To Mother" também lançado em 1990 no segundo semestre, entrou no top 10 e ficou lá por um incrível 13 semanas.

No início de 1992, Michelle Leon, Baixista do Babes in Toyland decide amigavelmente deixar a banda e foi substituída por Maureen Herman (uma antiga amiga e admiradora da banda).

"Fontanelle" saiu em agosto de 1992. Foi seguido em junho de 1993 por Painkillers.

A banda se separou,  quando Herman deixou a banda em 1996, deixando para que Dana Cochrane, da banda "Mickey Finn", tocasse baixo para a banda em alguns shows ao vivo.
Formação classica do Babes in Toyland
Michelle Leon, antiga membro da banda, voltou à banda por um curto período de tempo em 1997.

Ken Bjelland e Barbero tocaram com uma nova baixista, Jessie Farmer, em 2000. Porém, um ano antes, Bjelland havia formado uma nova banda, Katastrophy Wife, o que parece substituir o Babes in toyland como o principal veículo de Ken Bjelland.

Babes in Toyland (com Farmer na bateria) tocou em um show de reunião chamado de "The Last Tour" em 21 de novembro de 2001 - o show foi lançado como álbum ao vivo intitulado de "Minneapolism" - e essa pareceu ser a última atividade oficial do Babes in Toyland.

Bjelland, em 2002, tocou em alguns show pela Europa com o nome de "Babes in Toyland" juntamente com outra baixista e baterista, mas teve que parar de usar o nome "Babes in Toyland" após Barbero e Herman processar Bjelland por direitos legais.

Então o que resta da banda é o material lançado lá nos anos 90 e o que tudo indica a banda não voltará, uma pena essa foi uma das bandas femininas com mais furia e peso que conheci, suas musicas são pura selvageria, com uma docilidade feminina, uma das qualidades que não vemos em muitas bandas, vale a pena baixar os albúns mas para quem deseja só conhecer indico a musica "Bruice Violet", feita de Kat par seu antigo amor e desafeto, Courtney Love e "Ripe" que tem um som de peso.

     Discografia oficial

    1989 - Spanking Machine (álbum de estúdio)
    1990 - To Mother (EP)
    1992 - Fontanelle (álbum de estúdio)
    1993 - Painkillers (EP)
    1995 - Nemesisters (álbum de estúdio)



Katastrophy Wife




Katastrophy Wife é uma banda de rock americana formada por Kat Bjelland e seu ex-marido Glenn Mattson em 1998.

A banda era um projeto paralelo de Kat enquanto ainda estava no Babes in Toyland. Vendo o Babes in Toyland parado e não realizando shows, logo o Katastrophy Wife se tornou o principal projeto de Kat Bjelland musicalmente.

A primeira produção musical da banda foi na trilha sonora para a adaptação cinematografica dos quadrinhos "Witchblade" da Dreamworks .
A trilha sonora contava com artistas, como o Buzz Osbourne dos Melvins , Lydia Lunch , Girls Against Boys e Ogilvie Dave de Skinny Puppy .

Em 2001, a banda gravou seu álbum de estréia " Gone Away", que alcançou o sucesso nas paradas indie considerávelmente. A faixa de abertura do álbum, " Gone Away ", foi lançado em 2001.

Depois da apresentação no Festival de Reading, Glenn Mattson e Keith St. Louis saem da banda, e são substituidos por Adrian Johnson e Andrew Parker respectivamente. Vanessa White, ex-guitarrista do Twist, também se junta à banda.


Durante a curta turnê do Katastrophy Wife pela Europa em 2002, Kat Bjelland usou o título de sua antiga banda Babes in Toyland em algumas apresentações . No entanto, depois de enfrentar problemas legais com os membros da antiga banda, Bjelland reconsiderou e voltou o nome de volta para Katastrophy wife.

Por esta altura, Courtney Love da Hole anunciou seu novo projeto a banda punk Bastard, e pediu para que  Bjelland integrasse o grupo. Bjelland não aceitou o convite, afirmando que:

    "Parecia muito conceitual, como se tivesse passado muito tempo pensando  e planejando sobre como a banda deveria ser [...] Courtney e eu fizemos muitas músicas juntas, há uma faísca boa lá, mas vamos dizer que a nossa personalidade não teria sido uma boa mistura naquele momento. "

Kat (segunda a esquerda)  e Courtney (ultima a direita) em épocas de Sugar Babydoll

 O segundo álbum de estúdio do Katastrophy, foi lançado em junho de 2004 com criticas favoráveis. Três  singles foram lançados do álbum, "Liberty Belle", "Money Shot" e "Valient Blue", uma canção originalmente escrita e gravada durante as sessões para Witchblade.

A banda promete o terceiro album desde 2006, mas ate agora nada ainda. Foi relatado em 2007, que Bjelland sofre problemas de esquizofrênia e estava recebendo tratamento.O que resta é esperar e curtir os sons antigos de kat, seja no Babes ou no Katastrophy.




Joan Baez
Joan Baez foi compositora e intérprete de música popular desde o início 1960 até os dias atuais, com uma enorme e bela discografia, como só os monstro da musica consegue fazer, a exemplo de Bob Dylan, Leonard Cohen e Neil Young.

A carreira profissional de Baez começou em 1959, lançou pela Vanguard Records no ano seguinte seu álbum de estréia, "Joan Baez" que realmente é um albúm muito bom e impossivel enjooar dessa joia rara do Folk minimalista e puro, uma coleção de baladas tradicionais que vendeu moderadamente bem, chamando a atenção pela qualidade do repertório e por seu talento na guitarra acústica, aliado a sua bela voz de soprano.
Com apresentações regulares, Joan Baez tornou-se um fenômeno artístico. Em 1963, já era considerada uma das cantoras mais populares dos Estados Unidos.
Joan Baez em 1960
Em 1964 lança o disco Joan Baez 5, incorporando neste trabalho uma seleção de populares canções folk dos Estados Unidos e da América Latina, com destaque para interpretações de composições dos músicos brasileiros Villa-Lobos e Zé do Norte. 
Além de folk tradicional e canções de protesto, ajudou a promover a carreira de Bob Dylan, impressionada com suas composições iniciais e incluindo várias delas em seu repertório. 
Acabaram tornando-se namorados por um tempo, mas o relacionamento acabou em 1965 tanto que joan é considera a rainha da Folk music e Bob o rei. 
Entre seus sucesso desta época, destaco as otimas: "We shall overcome", "Donna, Donna"e "Silver Dagger" com Dylan.

Joan, também tocou no Festival Woodstock, numa época em que estava inteiramente envolvida na luta contra a Guerra do Vietnã e causas sociais.


Nos anos 90, apesar das mudanças constantes de gravadora, Baez continuou lançando seus álbuns. O CD "Ring them bells", de 1996, foi considerado o melhor trabalho de folk contemporâneo do ano, por revistas especializadas no gênero. 
Em 2008, Joan Baez comemorou os 50 anos de sua carreira musical com turnês pelos Estados Unidos e Europa. 
Também lançou o CD Day After Tomorrow, de 2008, produzido pelo cantor e compositor Steve Earle. 
 


Juliette lewis and Licks
Lewis nasceu em Los Angeles, Califórnia. Seu pai é o ator Geoffrey Lewis. Lewis queria ser atriz desde os seis anos de idade, participou de mais de quarenta longa metragens e filmes feitos para a TV.

Porém citarei aqui suas qualidades vocais, sua carreira paralela de cantora, liderando o grupo Juliette and the Licks bnada de indie rock e alternativo, lançando apenas  dois álbuns de estudio. Entre seus colaboradores está a compositora Linda Perry do grupo 4 Non Blondes,  em 2006 foi incluída na lista de "Mulheres mais quentes do Rock" da revista Bender devido ao seu estilo ´peculiar e diferenciado e sua personalidade pra lá de marcante.

Formou sua banda de rock estado-unidense em 2003, sendo Lewis a vocalista da banda. A banda encerrou suas atividades em 2009 deixando apenas dois albuns de estudio o "You're Speaking My Language de 2005 e o ultimo "Four on the Floor" que considero o melhor,  de 2006. Uma pena  a banda acabar, Juliette ate que dava conta do recado.




She and him
 She e Him é uma banda folk e alternativo americana de indie pop constituida por Zooey Deschanel no vocais, piano e banjo e M. Ward na guitarra e produção.

Formada em 2006, em Portland, Oregon. Seu primeiro álbum, "Volume One", foi lançado em março de 2008 e logo entrou nas principais paradas.

Zooey trabalhando como atriz se encontra pela primeira vez com WBlondie, Debby Harry,Theard no set do filme "The Go-Getter", em que teve um papel de protagonista. O diretor, Martin Hynes, apresentou-os uns aos outros e lhes pediu para cantar um dueto juntos para ser lançado nos créditos finais do filme.

A música escolhida foi "When I Get to the Border" de Richard & Linda Thompson.

Ward, tinha ouvido previamente Zooey cantar no filme "Elf", ficou surpreso ao saber que ela própria escrevera canções, mas não tinha uma carreira musical.

Zooey tinha feito em sua casa algumas fitas demos, porém já que estava se tornando uma celebridade de renome na area de atuação cinematografica, não deu tanta importância.

Por um pedido, ela decidiu enviá-las para Ward.

Ward chamou-a pouco tempo depois , dizendo-lhe que gostaria de gravar suas canções corretamente, assim surgindo a banda She & Him.

Zooey, disse em uma entrevista: "Eu sempre amei a música, desde que eu era pequena. Eu só gostava de cantar".

 Discografia de estúdio
    Volume One-2008
    Volume Two - 2010
    A Very She & Him Christmas -2011




Blondie
Blondie é um banda de Nova York, que ganhou sucesso no final dos anos 1970 e início dos anos 1980. Foram um dos pioneiros nos gêneros musicais new wave e punk rock com vocal feminino.

Debby Harry e Chris Stein formaram os "Angel and the Snakes", mudando depois o nome para Blondie, inspirado pelos comentários de caminhoneiros que frequentemente gritavam "Hey Blondie!" para Deborah ao passar na estrada.

Começaram por tocar no Club 51 em Nova Iorque e lançaram o seu álbum de estréia, "Blondie", em 1976, que alcançou sucesso comercial primeiramente no Reino Unido.
"Plastic Letters", o segundo disco da banda alcançou duas músicas nas paradas britânicas.

Em 1978, através do sucesso "Heart of Glass", a banda alcançou sucesso mundial, tornando-se um dos ícones do New Wave e Debby se tornou a queridinha da musica.
Voltaram a fazer sucesso com a música "Call Me", de Giorgio Moroder, que foi tema do filme Gigolô Americano.
Depois de muitos problemas internos, reuniram-se em 1982 para lançar The Hunter e pôr um fim temporário à banda, que só voltaria a gravar em 1999, com o grande sucesso de Maria, do álbum No Exit.

Discografia:

     Blondie (1976)
    Plastic Letters (1978)
    Parallel Lines (1978)
    Eat to the Beat (1979)
    Autoamerican (1980)
    The Hunter (1982)
    No Exit (1999)
    The Curse of Blondie (2003)
    Panic of Girls (2011)

The Slits

The Slits foi uma banda britânica de punk rock lá dos anos 70, também pioneiras. O quarteto foi formado em 1976 por membros das bandas The Flowers of Romance e The Castrators.

Os membros foram Ari Up (Arianna Forster, falecida em 20 de outubro de 2010) e Palmolive (Paloma Romero, que depois saiu da banda para se juntar ao The Raincoats), com Viv Albertine e Tessa Pollitt, substituindo os membros fundadores, Kate Korus e Suzy Gutsy.

Palmolive foi substituída pelo baterista Budgie (aka Peter Clarke), que fez parte do The Spitfire Boys e depois do Siouxsie and the Banshees.

Embora nem todos os integrantes fossem exclusivamente mulheres, as três principais integrantes do sexo feminino apareceram em mais capas de discos e fotos de publicidade, e o grupo foi geralmente apresentado como uma banda feminina.



Discografia de estúdio

    Cut (1979)
    The Slits (1980)
    Return of the Giant Slits (1981)
    Trapped Animal (2009)



Julie Ruin e Le Tigre
Julie Ruin é a gravação independente de Kathleen Hanna ex- Binini kill, lançada em 1997 sob o pseudônimo de "Julie Ruin" - esta gravação independente de Kathleen Hanna foi feita durante um hiato de sua banda, o Bikini Kill.

O álbum aborda temas como o feminismo, crochê, ginástica e resistência ao abuso policial. O álbum, por ser underground e independente, foi gravado no apartamento da própria Kathleen Hanna, em Olympia, Washington.

Apesar de este projeto ser conhecido por ser uma gravação feita totalmente por Kathleen Hanna, e conhecido também por ser apenas um álbum. Mais tarde, esta banda tornou-se conhecida por Le Tigre.

Le Tigre é uma banda de electro estadunidense fundada em 1998, na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos.A banda é conhecida por suas letras que defendem temas como feminismo e a comunidade GLS seguindo as mesma linhas tematicas do Bikinni Kill e de Julie Ruin só que com outra sonoridade.

Discografia de Le tigre em estudio

    1999 - Le Tigre
    2001 - Feminist Sweepstakes
    2004 - This Island

Faixas do projeto de Julie Ruin:

  Radical or Pro-Parental /V.G.I. / A Place Called Won't Be There/   Tania/Aerobicide/ Apt. #5 / My Morning Is Summer/   I Wanna Know What Love Is /The Punk Singer / On Language/Crochet/ Interlude/Stay Monkey / Breakout a Town/ Love Letter/

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

26 anos de Calvin e Haroldo, Parabéns ao garotinho, mais Existencialista da História dos Quadrinhos



"Calvin and hobbes é uma honra de que eu terei orgulho por muito tempo, e apreciei imensamente o apoio e a indulgência de vocês durante a última década. Desenhar essa história em quadrinhos tem sido um privilégio e um prazer, e eu sou grato a vocês por me terem dado essa oportunidade."
                                                                                              ( Bill Waterson)

Calvin e Haroldo é uma série de tiras criada, escrita e ilustrada pelo autor norte-americano Bill Watterson e publicada em mais de 2000 jornais do mundo inteiro entre 18 de novembro de 1985 e 31 de dezembro de 1995.


Calvin é um garoto de seis anos de idade de personalidade forte, que tem como companheiro Haroldo, um tigre sábio e sardónico, que para ele está tão vivo como um amigo verdadeiro, mas para os outros não é mais que um tigre de pelúcia. De acordo com algumas visões, as fantasias mirabolantes de Calvin constituem frequentemente uma fuga à cruel realidade do mundo moderno para a personagem e uma oportunidade de explorar a natureza humana para Bill Watterson.

O nome Calvin foi inspirado no reformador religioso João Calvino, que discorreu, entre outros, acerca da depravação total do homem, ou seja, que o homem está naturalmente inclinado para promover o mal a seu próximo.


Haroldo( originalmente Hobbes), recebeu o nome de Thomas Hobbes, o filósofo inglês do século XVII, que tinha aquilo que Watterson chamou de "uma visão obscura da natureza humana", sendo o autor da famosa máxima "O homem é o lobo do homem"( homem é o predador de seu próximo).

De acordo com Watterson, a fonte dos dois nomes é entendida como uma piada para as pessoas que estudam ciência política e filosofia, e que poucas outras pessoas a iriam perceber.

A  3.160ª tirinha e última  foi impressa no domingo, 31 de dezembro de 1995.
Na última tira, Calvin e Haroldo, estão fora de casa, na neve, o que o deixa maravilhado e empolgado com a cena de inverno.
O último painel mostra Calvin e Haroldo a zumbirem em cima de seu trenó, enquanto Calvin exclamara: "Vamos explorar!"


 Sobre o fim das publicações Biil afirmou:





"Vou interromper Calvin e Hobbes. Esta não é uma decisão recente, nem foi uma decisão fácil, e eu saio com certa tristeza. Mas meus interesses mudaram, e eu acredito que fiz o que podia fazer dentro das limitações de prazo diárias e do pequeno espaço.

Vou trabalhar em um ritmo mais reflexivo e com menos compromissos artísticos. Ainda não me decidi sobre futuros projetos, mas meu relacionamento com a Universal Press Syndicate vai continuar. Que tantos jornais tenham publicado Calvin e Hobbes é uma honra de que eu terei orgulho por muito tempo, e apreciei imensamente o apoio e a indulgência de vocês durante a última década. Desenhar essa história em quadrinhos tem sido um privilégio e um prazer, e eu sou grato a vocês por me terem dado essa oportunidade."

Ao fim de dez anos de publicação, os fãs consideram Calvin & Hobbes uma obra prima pela sua visão única do mundo, pela imaginação do protagonista e pelas situações insólitas que se estabelecem ao longo das tiras.


18 de Novembro de 1985, nasce Calvin e Harold e hoje pós 26 anos suas HQ's ainda repercutem muito nas redes sociais, comemorado hoje pelos internautas com a publicação de suas melhores histórias e frases em varias rede socias. Desde o início da manhã desta sexta-feira, o marcador #Calvin26Anos está entre os mais comentados do microblog Twitter.

Com mais de 90 mil seguidores, o perfil @frasesdocalvin se dedica a divulgar a obra de Bill Watterson na rede. Desde a noite de quinta-feira, ele postava o marcador e fazia contagem regressiva para o aniversário do personagem. Para homenageá-lo, @frasesdocalvin publicou uma tirinha mostrando os personagens 26 anos depois.
Calvin e Haroldo são como os clássicos, eternos e suas tirinhas ainda trilharam por muito tempo o universo da boa leitura de Tirinhas como as produzidas por Quino , Henfil e Glauco.

Eu deixo aqui minha frase preferida de Calvin e Haroldo :

"Todo dia da minha vida eu sou forçado a adicionar outro nome na minha lista de pessoas que me irritam."

                                                                                                               (Calvin e Haroldo)



Fontes:
www.wikipedia.com
http://oglobo.globo.com





quinta-feira, 17 de novembro de 2011

"Acabei me apaixonando pelo alienígena!" Zeca Camargo fala de entrevista com Courtney Love ao Fantástico

Essa  postagem é do blog do Zeca Camargo, jornalista da Rede Globo, sobre sua entrevista para o Fantastico, com a lider da Hole em sua breve passagem pelo Brasil, diferente das várias materias negativas sobre Courtney, é uma materia bem divertida como a propria vocalista, sou suspeita para falar já que conheço bem a banda e suas histórias, além de muito fã do trabalho da Hole.

 Courtney Love, sempre preocupada com sua imagem, pergunta de repente numa das raras pausas que deu nos 45 minutos quase ininterruptos do monólogo que apresentou: “Posso falar palavrão?”. Claro que pode, eu respondo. E um dos primeiros deles vai para… Kurt Cobain!



Na minha – sem falsa modéstia – vasta experiência em entrevistar artistas do mundo da música, eu nunca havia passado por uma situação como essa. De Lady Gaga a Paul McCartney, digamos que já passei por uma “fauna” das mais variadas e divertidas – para não dizer surpreendentes. A própria Courtney já tinha entrado para essa lista, num encontro “antológico”, menos pelo conteúdo da entrevista do que pelas nove horas (sim, nove horas) que ela me fez esperar para conversarmos. (Quando escrevi o livro de “De a-ha a U2”, contei sobre esse bastidores e “cravei” que esse tinha sido o recorde de “aluguel” que um artista jamais tinha me dado – oficialmente, o encontro, que foi em Nova York, estava previsto para 16h, e acabou acontecendo tipo 01h da manhã – e é um alívio para mim confirmar que sua marca ainda não foi superada… mas eu divago…).

Durante o Show da Hole em Paulinia no SWU
Minha expectativa era a de que ela não atrasasse tanto no novo encontro que estava marcado para este sábado passado, às 13h, em São Paulo. Até porque eu não tinha o tempo todo para ela – tinha de pegar um avião às 16h para vir para o Rio e já começar a trabalhar no “Fantástico”. E ela mesma, imaginei, tinha lá seus compromissos para com o festival onde ela iria tocar – Courtney, como você talvez esteja acompanhando, é uma das atrações do SWU, o festival de música e “conscientização” que termina hoje (e que eu, infelizmente, não pude conferir desta vez…). Mas a primeira informação que chegou não era boa: seus assessores já estavam passando a entrevista para 14h, com a desculpa de que ela (Courtney) não havia dormido nada e que precisava se arrumar para estar bem no encontro.

Bem… pelo menos a parte de “não ter dormido à noite” não era mentira. Nem a de que ela queria estar bem no encontro. Ao adentrar a sala do hotel reservada para a gravação – com surpreendentemente modestos 15 minutos de atraso (na verdade, 75 minutos, se formos contar o acerto original, mas ninguém aqui quer ser mesquinho…) – ela foi logo dizendo que não havia pregado os olhos. E estava de fato exuberante – aliás, com uma roupa que, soube logo de antemão, é da nova grife de roupas que está desenvolvendo. De fato, a mulher entrou com tudo, com uma energia que mesmo eu  senti um pouco de inveja. A única coisa que talvez entregasse sua idade (47 anos) eram os óculos que ela tinha sempre à mão para ler alguma coisa de perto. De resto, Courtney Love era um dínamo. E, com isso, eu tinha um problema.

Essas entrevistas com grandes estrelas – e, sim: antes que você faça uma gracinha, Courtney está nessa lista – são “jogo rápido”. Como já mencionei algumas vezes aqui (e já descrevi mais amiúde no meu livro já citado hoje), raras são as que duram mais de dez minutos. Nós, jornalistas acostumados a esse esquema, já trabalhamos com essa “janela de tempo” – preparamos uma entrevista para esses dez/doze minutos. E eventualmente torcemos para que a gente ganhe uns minutos extras! Porém, neste sábado eu estava com meus horários ligeiramente apertados – e, por mais contraditório que isso possa parecer, eu estava torcendo para ter apenas os dez minutos de praxe com Courtney! Eu realmente precisava sair daquele lugar às 15h! Só que eu não contava com uma mulher totalmente sem freios falando indefinidamente num pique que era admirável! Como eu deveria administrar aquilo?
Courtney no SWU

Sua entrada já foi triunfal – esvoaçante! Veio carregando seu “caderno de desenhos” e me mostrando o que tinha “produzido” durante a madrugada: um esboço de uma mulher nua, sangrando, crucificada (uma poesia de Plabo Neruda – segundo ela – completava a composição). Não ouve uma introdução, uma apresentação – nada. Ela simplesmente começou a falar. E a falar. E a falar. E falava de quê? De tudo, sem nenhum filtro, sem nenhuma edição. Mais de uma vez eu tentei focar em um assunto – mas logo percebi que seria um esforço inútil. Numa análise rápida, isso poderia parecer “a entrevista dos infernos” – e quase foi mesmo, não fosse o fato de a própria Courtney ter se apresentado dessa vez como a mais simpática de todas as divas do rock!

Que diferença do nosso “primeiro encontro”… Foi no início dos anos 90, quando ela veio acompanhando Kurt, naquela passagem histórica do Nirvana pelo Brasil. O que eu queria mesmo era entrevistar seu marido, mas ela estava sempre presente “cuidando” da agenda dele – leia-se “atrapalhando nosso trabalho”. Foi um acerto difícil, como eu conto em “De ah-a a U2” (e prometo que essa é a última vez que eu cito o livro!), mas quando chegamos para a entrevista ele estava no estúdio com a banda dela, a Hole. E quando, depois de horas, já de madrugada, fez-se o silêncio, e nós nos preparamos para falar com ele, ela chega e anuncia, com ares nada amigáveis: “Kurt está dormindo – e ninguém acorda Kurt quando ele dorme”. Se quiséssemos conversar com ele, seria quando ele despertasse… O que só aconteceu horas depois, já quase de manhã…

Depois disso, teve o episódio das nove horas de espera, quando o maior obstáculo não era exatamente ela, mas uma de suas produtoras, que sempre chegava anunciando um novo atraso e reclamando do cenário que havíamos montado (e remontado a cada vez que ela pedia para mudar tudo!). Deveríamos ter falado antes da sua passagem de som numa casa de shows em Times Square, o Roseland. Mas foi ficando para depois da passagem, depois teve a maquiagem, depois o show da banda de abertura, depois o show dela, depois a festa dela no camarim… até que à 1h da manhã ela estava pronta para mim! Quando chegou, se não foi exatamente simpática, foi pelo menos profissional – apesar de não ter dado a menor bola para o atraso…

Essas experiências anteriores me prepararam para… Bem, não me prepararam exatamente para nada! Eu sabia que poderia esperar qualquer coisa de Courtney Love. Mas a simpatia e extroversão me pegaram realmente desarmado! Ali, diante de mim, estava um furacão – de assuntos, de opiniões, de confissões… E eu não estava sabendo bem o que fazer com tudo aquilo. De vez em quando vinha um momento de lucidez – com quando ela falou de Cameron Crowe, o diretor de cinema (que, diz ela, é um grande amigo pessoal), e, lembrando que o seu filme mais recente é “Pearl Jam Twenty” (ainda inédito no Brasil), que celebra o aniversário da banda, e que traz raras imagens de Kurt Cobain, eu vejo uma brecha para falar daqueles tempos loucos em que Jam & Nirvana eram os dois nomes mais poderosos do rock. Ela faz então uma pausa, diz que foi ela que colocou Vedder e Cobain juntos… e imediatamente parte para falar de outro assunto!

Isso se repetiu várias vezes. Quando, logo após perguntar se poderia falar palavrões ela mandou um para Kurt, eu achei que poderia tirar dela algumas lembranças dessa figura que é idolatrada até hoje. Mas, como sempre, o fio da conversa não dava em nada. Ou quando ela começou a reclamar de dinheiro, e praguejou contra os ex-colegas de Kurt no Nirvana – Chris Novoselic e Dave Grohl (Foo Fighters). “Eles me roubaram, roubaram o dinheiro de Frances!”, praguejava ela. Mas o assunto também não ia adiante. Nem quando eu perguntei se poderia comprar um de seus desenhos – achei que um interesse numa coisa sobre a qual ela estava se debruçando naquele momento poderia capturar sua atenção – eu consegui mais do que alguns segundos de conexão (para registro, ela não quis me falar o preço da sua “obra”, mas insistiu que é isso que vai fazer dela uma mulher rica!). E assim nossa conversa foi rolando não apenas por dez, mas quinze, vinte, trinta e cinco minutos…

Quando fechamos 40 minutos, comecei a me despedir. Deixei claro que eu tinha um compromisso – com ela mesma: o de levar o material da própria entrevista para ser editado no Rio. Mas ela se mostrou totalmente indiferente ao meu apelo. Courtney continuava falando e falando – e agora também queria desenhar! Pegou o caderno e os lápis e seguiu “criando” – escrevendo mais coisas, e incluindo até meu nome no papel! Levantei-me e fui definitivo: “Preciso ir”. Ela olha para a minha camiseta e, sem mais nem menos, mostra-se extremante interessada no desenho de cores dela. E agora? Ela está grudada na minha camiseta!! “Vou embora”, insisti mais uma vez – e ela me pediu só mais um minuto para me mostrar uma música em seu iPad. Nãooooooo!

À beira do desespero, viro-me para seu produtor e suplico: “Tome conta dela”… Nunca, nunca mesmo, eu mesmo coloquei um ponto final numa entrevista. Mas eu tinha de ir! E saí às pressas, sem me dar conta de que Courtney, segundos após eu ter dado as costas para ela, já estava se distraindo com outras coisas… Só quando eu vi a matéria finalmente editada percebi que “nossa relação” não seria duradoura… Magoei…

Foram 45 minutos ensandecidos – com momentos de bipolaridade patológica (como encarar uma mulher que uma hora se considera “irrelevante” e em seguida “poderosa”?). Mas, como diz o título do clássico de David Bowie evocado no título de hoje, eu acabei me apaixonando pelo alienígena! E mal posso esperar pela próxima vez que a gente se encontrar…

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

11.11 Viva Dia do Metal! O genero e algumas bandas importante na Historia do Heavy Metal


Lemmy kilmister nos anos70
 Em entrevista recente Lemmy Kilmister, líder do MOTÖRHEAD, afirmou ; "O metal é um filho bastardo do Rock n' Roll. Se Eddie Cochran ou Buddy Holly(talentosos cantores da decada de 60 ) estivessem vivos hoje, estariam fazendo isso. Ou punk rock."

Se o Metal  é ou não fica a duvida, mas que o metal desde o começo tem dado o que falar isso é verdade , seja pelo mito de  alusões ao Diabo ou por gritos estridentes e solos de guitarras pra lá de bem elaborados, deixamos esses temas que fizeram desse genero musical um assunto Cult, para falar do Genero em si, que é cheio de sub  Generos que daria um livro só para explicar cada um.

Como exemplos temos : black metal, death metal, groove metal, power metal, , speed metal, thrash metal, gothic metal, alternative metal, glam metal, industrial metal, metalcore e por ai vai...

O pontapé inicial aconteceu no ano de 1970 em grande parte, no Reino Unido e nos Estados Unidos, período em que o metal evoluiu a partir do blues progressivo, lembrando que o Heavy Metal vem do hard Rock, com  menos síncope, menos blues, com mais ênfase no espetáculo e mais força bruta, que apesar de ter sido ridicularizado por críticos, foi fortemente consumido por fãs da música. E como não falar de Heavy Metal, sem Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple a santissima trindade do metal responsaveis pela criação e definição.

O Led Zeppelin definiu aspectos centrais do gênero que emergia, com o estilo altamente distorcido de guitarra de Page, e os vocais dramáticos e lamuriosos de Robert Plant.

O Led Zeppelin foi também a banda definitiva do gênero, não apenas pela sua interpretação agressiva e pesada do blues, mas também por terem incorporado a mitologia, o misticismo e uma variedade de outros gêneros ao seu som.

O Deep Purple, que havia flutuado entre diversos estilos no seu início principalmente o Hard rock, foi levado rumo ao heavy metal, com a entrada, em 1969, do vocalista Ian Gillan e do guitarrista Richie Blackmore.

Numa época em que Deep Purple e Led Zeppelin já tinham destaque com seu Hard Rock, o Black Sabbath surgiu com um som mais original: pesado, denso, distorcido e com letras que abordavam assuntos como magia negra, terror, bruxaria, etc., formando uma nova escola musical.

O Black Sabbath havia desenvolvido um som particularmente pesado e sombrio, em parte devido a um acidente industrial que o guitarrista Tony Iommi havia sofrido antes de co-fundar a banda, e feriu sua mão; incapaz de tocar normalmente seu instrumento, Iommi tinha que utilizar afinações mais graves em sua guitarra, para que seus dedos pudessem alcançar as notas desejadas, e usada power chords, que exigiam dedilhados mais simples.


Em 1970 o Black Sabbath e o Deep Purple conseguiram grande sucesso nas paradas britânicas com "Paranoid" e "Black Night" só popularizando ainda mas esse genero.




O Judas foi a banda definitiva de heavy metal pós-Sabbath, seu ataque duplo na guitarra, com andamentos rápidos e um som metálico, mais limpo e sem influências do blues, passou a ser uma grande influência nos artistas que se seguiram à banda.

Enquanto o heavy metal crescia em popularidade, a maior parte dos críticos não parecia ter se apaixonado pela música, levantaram objeções quanto à adoção que o estilo havia feito dos espetáculos visuais e de outros artifícios comerciais.

A banda  também fora responsáveis pela retirada do blues, característico dos grupos de hard rock britânico dos anos 70, Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple.

Foram também responsáveis pela adoção das roupas de couro com adereços de metal cromados e correntes advindos do punk rock entre os apreciadores de rock.


o Motörhead introduziu agressividade e fúria nos vocais, influência do punk rock, e uma crescente ênfase na velocidade vindo dai, a crianção do speed Metal, muitos podem descorda mas o credito é dado ao Motorhead pela criação do sub genero.

Entre criação e misturas o que importa é a boa musica que esse Genero e essas bandas nos proporciona...Viva esse 11/11 Dia do Metal, ( Data Americana para comemorar o Genero), e que venha muitos albuns historicos e bem elaborados, como nesses mais de 40 anos de historia.

Eu particularmente tenho minhas bandas preferidas que vão de Motorhead, Black Sabbath e Judas Priest, antes tinha até certo preconceito com os Headbangers (adeptos do Metal) mas conheci muitos amigos fãs do Metal que só somaram em minha vida e no meu gosto musical.


Deixo ai, alguns dos meus albuns Favoritos do Metal (Tirando o Motörhead que é minha favorita por obra completa)...






Black Sabbath -Black Sabbath: O albúm de estreia da Banda Black Sabbath, um albúm com som maligno que bem reflete na capa do disco, as canções que masi valem a pena é N.I.B, e o hino Black Sabbath..






AC/DC- Back in Black: Com o Vocalista principal morto, afogado no proprio vomito, a banda produziu um album basico e até mesmo divertido. "Back in Black" e " Have A Drink on Me" é em homenagem a Bon Scott, e o luto vai só até ai por que, Johnson arrebenta nos vocais e não decpiciona até hoje.





 Judas Priest-British Steel: é indiscutivel o melhor albúm da banda, 8 na parada dos 40 mais e sem duvida um album imortal.





Sepultura-Roots: Em homenagem ao nosso metal Brasileiro que também não decepciona, albúm de 1996 que até hoje é marco no cenario nacional.





 Metallica-Master of Puppets: O albúm que ouvi completo da banda e gostei, agressividade e velocidade na medida certa, além de beleza melancolica, equilibrio perfeito e perfeição entre raiva e profundidade.






Iron Maden do Iron Maden: O disco de estreia da banda e  referencia na historia do metal mistura a titude punk com a obssessão do Metal.


Hole no SWU: Banda se apresenta pela primeira vez no Brasil

A amada e odiada cantora Courtney Love e sua banda Hole, será uma das atrações do Festival SWU, que acontecerá esse fim de semana na cidade de Paulínia, em São Paulo.

Courtney Love
No repertório, estarão canções dos discos que fizeram a fama do Hole nos anos 1990,"Pretty on The Inside" (1991), "Live Through This" (1994) e "Celebrity Skin" (1998), misturadas com novidades do mais recente albúm  "Nobody's Daughter", de 2010.

Aos 47 anos, ela continua sendo a maior "Garota Infernal" da música seguindo a risca o lema: " sexo, drogas e rock'n'roll" e com certeza sua passagem pelo Brasil não passará em branco.

Em recente entrevista  ela afirmou "ser surreal integrar este revival grunge de bandas como, Faith no More ( primeira banda de Courtney), Alice in Chains, Stone temple pilots e Sonic Youth, que são da mesma leva da Hole", no SWU.

Após a vinda da  também Grunge Pearl Jam e o lançamento de uma nova edição do "Nevermid ", nos 20 anos de Nirvana, o SWU contará com bandas que influenciaram e fizeram o Grunge lá atrás só confirmando uma possivel volta de uma onda grunge.

Além das supracitadas, o clássico grupo Lynyrd Skynyrd também foi confirmado no festival. Segundo a página oficial do evento, o grupo de southern rock irá se apresentar no palco principal, no dia 13 de novembro. No mesmo dia que a banda liderada por Courtney Love que irá tocar no palco "New Stage".


Hole em sua formação do inicio dos anos 90
O "SWU Music & Arts Festival 2011" acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de novembro, em Paulínia, São Paulo. O evento contará com quatro palcos.

Dentre eles, estão os dois palcos principais, intitulados "Energia" e "Consciência", e o "New Stage", que apresentará artistas alternativos e novas tendências, vai reunir mais de 70 atrações.

Um sonho para qualquer um que ama grunge e rock, ver todas esses bandas classicas reunidas em um só evento, para os que como eu não poderam está lá, só resta ver pela tv, lembrando que o evento será trasmitido pela Multishow e os melhores momento via Rede Globo.
Os ingressos estão a venda desde julho.

 Programação confirmada até agora:

*Palcos principais

12/11 - The Black Eyed Peas, Kanye West, Snoop Dogg, Damian ‘Jr. Gong’ Marley, Michael Franti & Spearhead, Soja, Marcelo D2

13/11 - Peter Gabriel & The New Blood Orchestra, Duran Duran, Chris Cornell, Tedeschi Trucks Band, Ultraje a Rigor, Lynyrd Skynyrd

14/11 - Faith No More, Megadeth, Sonic Youth, Alice in Chains, Stone Temple Pilots, Duff McKagan’s Loaded, Primus, 311, Down, Black Rebel Motorcycle Club

*Tenda Heineken Greenspace

12/11 - James Murphy, Frankie Knuckles, DJ Marky & SPY presents Galaxy, Ask To Quit, Database, Avicii, Who Made Who
13/11 – Afrojack, Fedde Le Grand, Gareth Emery, Paulo Boghosian, Meme, Raul Boesel
14/11 - Sven Väth, Joris Voorn & Nic Fanciulli, M.A.N.D.Y., Loco Dice, Damian Lazarus, Layo & Bushwacka!, Gui Boratto, Dubshape

*Palco New Stage

12/11 - OFWGKTA (Odd Future Wolf Gang Kill Them All), Ghostland Observatory, Copacabana Club
13/11 - Playing For Change, Is Tropical, Modest Mouse, !!! (Chk Chk Chk), Apolonio, Sabonetes, Hole
14/11 - Simple Plan, Miyavi, Ash, Bag Raiders, Pepper, The Black Angels, Crystal Castles, Medulla


Fontes:
www.paraiba.com.br www.campinas.com.br
www.ig.com.br

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

30 anos de Garotos Podres


Garotos Podres é uma banda brasileira de punk rock que nasceu em 1982, com mais de 25 anos de estrada nascida no município de Mauá uma das cidades da região do ABC Paulista, São Paulo.
Influenciados pelas bandas de punk rock do final dos anos 70 e início dos anos 80.

Naquela época o Brasil se encontrava no auge do movimento punk no país, e várias bandas surgiam principalmente nos grandes centros urbanos, como Coléra, Inocentes, Replicantes, Ratos de Porão o Garotos Podres é dessa leva.

Sua primeira apresentação aconteceu em 1983, na cidade de Santo André num evento que reuniu vários grupos de vários estilos musicais em prol do Fundo de Greve dos Metalúrgicos do ABC, daí para frente começaram a participar de vários eventos pela região.

A primeira gravação aconteceu em 1984 quando foram convidados a participar de uma coletânea em K7 com as bandas: Corte Marcial, Infratores e Grito de Alerta.


Em 1985 entraram em estúdio para gravar o que seria uma demo-tape, foram gravadas e mixadas catorze músicas em doze horas , e o resultado foi considerado tão bom para os padrões da época que onze destas músicas acabaram se tornando o álbum de estreia da banda, intitulado "Mais Podres do que Nunca".


Esse disco chegou a marca das 50.000 cópias vendidas, um recorde de vendagem de discos independentes na época e continua sendo distribuído em CD até hoje.

Em plena ditadura militar, a censura brasileira tentava cumprir o seu papel. Apenas a música "Johnny" foi censurada, sendo proibida a sua execução.

As músicas: "Papai-Noel Filho da Puta" e "Maldita Polícia"
foram mudadas propositalmente pela banda para burlar a censura.


Durante o Show da banda em Macapá, por Josi rizzari
Dessa gravação três músicas foram incluídas na coletânea Ataque Sonoro editada pelo selo Ataque Frontal com várias bandas punks brasileiras, entre elas: Ratos de Porão, Cólera, Lobotomia, Grinders, Vírus 27, entre outras.

Em 1988 lançam o seu segundo trabalho, "Pior que Antes" pela gravadora Continental, que teve a música "Batman" censurada, sendo proibida sua execução pelos meios de comunicação.

 A música "Subúrbio Operário" foi incluída no curta metragem Rota ABC, do cineasta Francisco César Filho em 1990, onde a banda faz uma participação.

Após ficarem cinco anos sem lançar nenhum disco, em 1993 lançam "Canções para Ninar", emplacando nas rádios as faixas:
"Fernandinho Veadinho", "Oi! Tudo Bem?" e "Rock de Subúrbio" (primeiro videoclipe da banda),
 enquanto são ameaçados de serem processados por uma certo presidente que se sentiu ofendida com a faixa "Fernandinho Veadinho".


Em 1994 passam a manter contatos com selos da Europa, principalmente Portugal e Alemanha, o que resultou no lançamento de vários trabalhos em Portugal, Alemanha, França e Estados Unidos.
Em 1995 realizam uma turnê pela Europa junto com a banda portuguesa Mata-Ratos.

A música "Mancha" foi escolhida para ser o segundo videoclipe da banda que contou com a participação do popular Pedro de Lara.

Garotos Podres em Macapá
É a última participação do baterista Português que após o término das gravações saiu do grupo.

Ainda em 1997, lançam o álbum "Arriba! Arriba!", uma compilação com músicas inéditas de estúdio de várias épocas da banda e ao vivo Alemanha durante a turnê realizada 1995,
além de faixas de demo-tape do início da banda, pela selo Fast'n'loud de Portugal.

Em Setembro de 2001, lançam de forma independente "Live in Rio", gravado ao vivo no Ballroon, Rio de Janeiro em Outubro de 2000.
É o primeiro trabalho com o baterista "Capitão Caverna" Nunes.

Em 2003, lançam "Garotozil de Podrezepam" que conta com versões das músicas "O Adventista" do Camisa de Vênus, "Born to Be Wild" do Steppenwolf e "A Internacional" poema de Eugène Pottier escrito em 1871.

Desde o início o que mais chamou a atenção da mídia e do público foram suas letras politizadas e de protesto além de irônicas, carregadas de sarcasmo e humor negro, que muitas vezes foram incompreendidas e que causaram em algumas pessoas que são contra a música punk uma série de preconceitos e várias tentativas frustradas de rotular o grupo que mesmo com tantos contras e rotulos sobreviveu até os dias de hoje.

Apesar de estarem na estrada há 30 anos, o Garotos Podres nunca sobreviveram de música, todos os integrantes têm outras atividades que lhes garantem o sustento e a sobrevivência da banda.
Isto lhes deu a liberdade de criarem o seu próprio estilo musical e realmente só tocarem o que gostam.

 Mesmo com os  problemas de saúde que Mao sofreu no final de 2010, a banda voltou a tocar mais forte do que nunca, vindo até mesmo em Macapá para um show inesquecivel e histórico no dia 16 de Outubro , já que Os Garotos Podres nunca tinham vindo no estado.

Segundo Mao "foi um muito bom tocar por aqui e ver que mesmo tão distante  o punk ainda sobrevive, e que para uma  volta da banda não demora muito" .

Neste sabado, 21 de novembro ocorre  a gravação do "DVD Garotos Podres 30 anos" no
Hangar 110 em Retiro em São Paulo ás 19hrs só concretizando a história e trajetória de uma das bandas que fizeram o punk nacional e que perduram até hoje.



Fontes:
zonapunk.com.br
www.wikipedia.com.br
 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Documentarío "Rock Brasília – Era de ouro" relembra tragetória de bandas punks de Brasilia


Hoje, isto soa estranho, mas houve uma época em que não existia um cenário de rock no Brasil o que dominava era a MPB, um pouco do Samba e depois a Tropicália.

Pelo menos, não como atualmente, com bandas surgindo de diversos estados, fazendo shows pelo país e, principalmente, sendo descobertas e reconhecidas pelo público (pricipalmente na internet), além das inumeras e talentosas bandas que sobrevivem do underground nacional, sem o amparo de uma grande gravadora, mas que recebem reconhecimento lá fora por seu esforço e inumeras musicas para baixar na internet, principalmente em Blogs ou Myspace.

No entanto, na década de 1970, o “rock brazuca” era basicamente formado no imaginário popular nacional como uma pálida lembrança da Jovem Guarda, dos Mutantes e das iniciativas localizadas, que se esvaíam com o tempo.
Com a chegada dos anos 1980 e o fim da ditadura militar, começaram a brotar no mercado fonográfico diversos grupos de rock influenciados na maioria por bandas e cantores dos EUA e Inglaterra.

A diferença é que naquela década surgia uma cena fora do eixo Rio-São Paulo, uma reunião de gente que gostava e fazia rock e punk na capital do Brasil – até então, noticiada na mídia apenas devido aos atos de seus políticos.

Esse movimento agora é tema de Rock Brasíla – Era de ouro, documentário de 111 minutos, que trás a trajetoria das principais bandas de rock de Brasilia.

Dirigido por Vladimir Carvalho (de O país do São Saruê e O engenho de Zé Lins), o filme, que ganhou o prêmio de Melhor Documenário no Festival da Paulínia, conta a trajetória da Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude através dos depoimentos de seus membros fundadores e até dos seus familiares, como Briquet Lemos, pai de Fê e Flávio Lemos, e Carmem Manfredini, mãe de Renato Russo, que lembram episódios importantes da carreira de seus filhos.

A essa altura, você já deve estar se perguntando: e o Paralamas do Sucesso? Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone ficaram de fora do documentário, só aparecendo no comecinho, na lembrança de que foram eles que levaram as fitas-demo das bandas de Brasília para as gravadoras do Sudeste. O argumento para o Paralamas não ter sua história registrada é que passou menos tempo na capital do país e não participou desse grupo da chamada “Colina”, onde se encontravam os futuros integrantes dos supracitados conjuntos. De qualquer forma, sentimos essa ausência.

O documentário cobre fatos revelantes na história das bandas, como os encontros dos rapazes, as trocas de influências, o envolvimento com drogas, as turnês capengas.

Um dos episódios abordados é o controverso show da Legião Urbana no Estádio Mané Garrincha em 1988.
Inclusive, o depoimento de Renato Russo da abertura do filme foi feito momentos antes dele subir ao palco naquele dia.

As imagens dessa apresentação são o ponto alto do doc, mostrando o antes e o depois do concerto, cujo saldo foram mais de 500 pessoas feridas, vítimas da desorganização da produção - há a revelação de que Renato Russo estava com um mal pressentimento sobre o evento, lembrando do show Gimme shelter (1969), dos Rolling Stones, no qual um fã foi assassinado pelos Hell's Angels, responsáveis pela segurança.

Em Rock Brasília, os músicos falam principalmente da dificuldade que encontraram em manter uma banda, das brigas internas, das discussões com os produtores musicais das gravadoras, da relação com a família, do fim e retorno de suas bandas (no caso, Plebe Rude, em 2000, e o Capital Inicial, em 1996, que voltou até com mais fôlego do que tinha nos anos 1980).

Mas, não há como ignorar, os melhores trechos do documentário, que, por vezes, aparenta ter uma cara de produção barata, são os que trazem as falas engraçadíssimas de Renato Russo – numas delas, ele conta que estava cansado de fazer hits (para que não viveu essa época, as músicas da Legião Urbana chegavam a irritar de tanta exposição nas rádios) e quis fazer um disco bem pra baixo para causar estranhamento nas pessoas (As quatro estações, de 1989), e para sua supresa, o público adorou e ele recita, sorrindo, o começo da letra de Há tempos, “Parece cocaína/Mas é só tristeza...”. Ali foi o topo da carreira do grupo.


Não à toa, o músico, que vai ser também foco de mais duas produções cinematográficas, entre elas uma cinebiografia, era o líder natural desse movimento.

E, em algum momento do filme, a presençade Renato, com seu entusiasmo, inteligência e bom humor, faz pensar sobre o quanto ele, morto em 1996, aos 36 anos, faz falta – principalmente como letrista - ao atual ambiente do rock nacional, tomado por grupos como Pitty, Detonautas, CPM 22, Restart, não desmerecendo os mesmo, mas para uma boa parte da galera que curte rock Renato, é o Heroi nacional.

Felizmente, esse mesmo cenário se ampliou e atingiu outros estados, inclusive Pernambuco e Pará e por que não, Macapá que se observarmos já temos uma boa safra de bandas que estão amadurecendo e trilhando um caminho assim como as de Brasilia lá atrás.





Fonte: Revista Continente

terça-feira, 1 de novembro de 2011

On the Road, rastros de Kerouac




Em tempos onde quem predomina é a internet e tantas outras tecnologias, ainda é comum o desejo de publicar um livro impresso, que seja lido, refletido e até debatido, por pessoas intelectuais é o sonho de qualquer pessoa apaixonada pelo universo das letras e o mundo dos livros.

O mesmo aconteceu, lá atrás com Jack Kerouac, um jovem vivendo nos anos 50 e pré 60 que queria fazer algo diferente, ou no minimo algo além da sua vida pacata, e fez, "On the Road", um dos livros mais importantes da literatura americana, além de icone da cultura pop norte americana e mundial.

A historia do livro que agora passa a ser filme é sobre dois jovens que  viajam pelos EUA, Sal Paradise e Dean Motiaty, que sem nada além do gosto pela aventura, encontram no caminho, sexo, drogas, musica e tantas coisas que só lendo o livro para também viajar chocar-se e conhecer a America e seus filhos da decada de 60.

O mais legal porém em On The Road é que o lema "america way of life" que era totalitário na epoca para nosssos aventureiros não existe, assim o que temos é um livro com a verdade nua e crua goste quem gosta.

È um grito jovem de contra cultura e da Geração 60, mais conhecida como a Geração Beat, vinda de um grupo de escritores americanos e pessoas da midia, com temas anarquistas, inconformismo, influenciados pelo Surrealismo e o Existencialismo, que não cultivava os mesmo valores de seus pais (lembrando que nessa época os EUA estava em terrivel conflito com o Vietnã).

O nome do novo movimento foi dado por Jack para descrever os jovens inconformados com seus pais e os rumos que a sua politica os levava, Infelizmente Jack faleceu em 1969, devido a sua forma de viver intensamente e creio que ele não se arrependeu de tudo que fez.



Como disse o proprio Kerouac:

A estrada é a vida!"



Neal Cassady com seu companheiro Jack Kerouac

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