quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

10 anos sem Cássia Eller: 2001 um ano que não acabou

Há exatamente 10 anos atrás, em 29 de dezembro de 2001, dia do aniversário da minha mãe, lembro que eu tinha 11 ano e via o "Jornal Hoje",  com a triste noticia  em meio a tanta comemoração de fim de ano, devido a uma complicação cardíaca morria Cássia Eller deixando fãs incondicionais e tirando de uma mãe o sonho de ver seu filho crescer.

Lembro que nem sabia muito bem que era a Cássia, mas aquilo me marcou muito, fiquei triste de ver como tantos cantores talentosos simplesmente se vão e o que fica é a eterna lembrança.

Ela que semanas antes, tinha gravado o especial luau MTV, com um cover memorável de "Polly", que é uma das lembranças mais legais que musicalmente tenho dela. 

Durante toda sua carreira, Cássia brindou o público brasileiro com interpretações marcantes para artistas de vários gêneros e épocas, como Cazuza e Barão Vermelho, Caetano Veloso, Chico Buarque, Jimi Hendrix, Rita Lee, Renato Russo, Beatles e até  como já citei Nirvana.


Cássia faleceu aos 39 anos, no auge da carreira, em razão de um infarto do miocárdio.

Homossexual assumida, a compositora morava com a parceira Maria Eugênia Vieira Martins, com a qual criava o filho Francisco (chamado carinhosamente de Chicão).

Hoje aos 19 anos, Chicão Eller segue os passos artísticos da mãe como cantor e percussionista da banda Zarapatéu.

O ultimo ano de vida da cantora, foi um ano bastante produtivo. 

Em 13 de janeiro de 2001, apresentou-se no Rock in Rio III, num show  com varias interpretações de musicas de baião, samba e clássicos da MPB  cantados em ritmo de rock. 

Apresentando-se no mesmo dia de lendas do rock como: R.E.M., Foo Fighters, Beck e a nacional Barão Vermelho.

Entre maio e dezembro, Cássia Eller fez 95 shows. 
O que levou a cantora a gravar um DVD, o Acústico MTV, gravado em São Paulo, no qual Cássia contou com o um grupo de alto nível técnico e artístico: Desde Nando Reis e os músicos da banda Luiz Brasil entre muitos outros.

Este álbum foi composto por 17 faixas, acrescidas do Making Of, galeria de fotos, discografia e clip. 

O álbum vendeu até hoje mais de 900 mil cópias e se tornou o maior sucesso da carreira de Cássia, sendo que até então, apesar das boas vendagens e da experiência, ela não era considerada uma cantora extremamente popular.
Mas como as pessoas adoram um musico morto sua fama só aumentou mesmo depois de morta.

No fim do ano de 2001, ela se apresentaria na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio, durante os festejos do réveillon. 

Faleceu dois dias antes, em 29 de dezembro. Em vários pontos do Rio de Janeiro, fez-se um minuto de silêncio durante a comemoração da passagem do ano em memória de Cássia Eller. 

Vários artistas também prestaram homenagem à cantora em seus shows, na virada do ano.


Para celebrar esses 10 anos sem Cássia, foram lançados o CD ‘editado’ pelo amigo NANDO REIS, chamado “Relicário - As Canções Que o Nando Fez Pra Cássia Cantar”, com a música inédita “Baby Love”; e a “Caixa Eller”, contendo nove CDs.
 
Além disso, em breve, também deve vir a público um registro ao vivo em DVD de uma apresentação de 2001, apelidado de “A Luz do Solo”, onde a cantora intérpreta Joni Mitchell e Billie Holliday, além de suas canções arranjadas. 

O álbum pra se conhecer as boas interpretações de Cássia é o "Acústico MTV", de março de 2001.

Hoje em homenagem a essa diva brasileira ouvi com nostalgia.

Que falta faz uma cantora brasileira que saiba interpretar e ser de verdade rock'n'roll como ela foi, que tenha carisma e não só um rostinho bonito, vemos hoje caricatas perfeitas sem talento algum.Ela foi uma das mais bem vistas artistas da década de 1990 e não desmereceu o valor lhe atribuído. 

Com sua voz rouca, conseguiu vender 1,1 milhão de cópias neste disco, com destaques para: “Maladragem”, "all star", “1º de Julho”, e a clássica “Segundo Sol”.





fontes:
www.whiplash.net
www.entretenimento.r7.com




Quadrinhos no cinema:Tintim

2012 chegando e com ele otimos filmes,

Foram precisos 82 anos para que Tintim saísse dos quadrinhos para a tela  dos cinema.
Em novembro de 2002, a Dreamworks comprou os direitos cinematográficos de toda a série. 

E a direção fico nas mãos de duas lendas do cinema: Peter Jackson, diretor da série “Senhor dos Anéis”(E de o Hobbit que tem estréia prevista para o fim de 2012) e Steven Spielbeg, que dispensa apresentações né verdade, a série vai ser  uma trilogia adaptada das histórias, a ser realizada em computação gráfica e motion capture, segundo Spilberg uma dos melhores em 3D. 
 O diretor do terceiro filme ainda não foi anunciado. 

O personagem  Tintim, foi criado em 1929 pelo belga Georges Prosper Remi ou simplesmente Hergé. É um repórter e viajante bem jovenzinho, que cruza o mundo se metendo nas aventuras mais malucas e exóticas, sempre ao lado do seu cachorro Milu.
Jackson, tintim e Spilberg o que esperar desse power trio?

A história em quadrinhos que teve um total de 27 Edições, foi adaptada para versões animadas, para o teatro e também para o cinema. 

As séries são uma das histórias em quadrinhos européias mais populares do século XX, sendo traduzidas para mais de 50 línguas e tendo mais de 200 milhões de cópias vendidas.

As séries de histórias em quadrinhos são há muito admiradas por seus desenhos claros e expressivos, O autor emprega enredos bem elaborados: Com elementos de fantasia, mistério, espionagem e ficção científica.
Nas séries de Tintim caracterizam-se pelo humor em cenas de ação, o que equivale em alguns álbuns posteriores à sátira e comentários de cunho político-culturais.

A obra é objeto de polêmica, em grande parte graças à várias reedição das aventuras, que foram concebidas há muitos anos, em um contexto inteiramente diferente. 

Ator que faz Tintim, Jamie Bell
Já se acusou Hergé de propagar em seus álbuns violência, crueldade para com os animais, pontos de vista colonialistas, rascistas e até mesmo fascistas, foi acusado também de suposta misoginia, dado que quase não aparecem mulheres na série. 

Essas acusações se referem apenas a aspectos pontuais, não podendo-se dizer que sejam pontos de vista predominantes da série. 

Nesse sentido, há uma certa "lenda negra" de Tintim, devido ao fato de Hergé ter publicado algumas histórias em um jornal aprovado por nazistas, o Le Soir, durante a ocupação alemã na Bélgica.

Tintim marcou a juventude de muita gente. 

Mas, curiosamente, não a de Steven Spielberg. 

Em entrevista em Londres à repórter Cecília Malan, ele contou: "Os livros de Tintim nunca saíram nos Estados Unidos. Quando lancei meu filme 'Os Caçadores da Arca Perdida', um crítico francês disse que parecia Tintim.

Mas eu nem sabia o que era! Aí comprei os livros, em francês mesmo. Devorei! E sabia que um dia faria um filme com ele". Steven Spielberg comprou uma parte sobre os direitos autorais de Tintim pouco antes da morte de Hergé, em 1983. 

Entretanto, naquele momento era incerta uma adaptação de Tintim para o cinema, já que Hergé recusara-se a assinar qualquer contrato.

O dia chegou quando Spielberg entrou em contato com Peter Jackson, que é da Nova Zelândia e adorava que Tintim desde criança. 

Jackson dominava a técnica que Spielberg queria usar: a chamada ‘captura de movimento’, em que se usam atores humanos com uma roupa especial, depois tudo é processado e vira animação. 

Peter Jackson explica: "O estilo gráfico de Tintin marcou o século XX. Usar a captura de movimento é um jeito de manter esse DNA intacto. Num filme normal, a gente nunca encontraria, por exemplo, um ator que fosse idêntico ao personagem Tintin"..


No enredo da série que passara no cinema,  junta três histórias diferentes, Tintin descobre, dentro de um navio em miniatura, o mapa de um tesouro. 
Para variar, cruza o planeta passando altos perrengues.

Será que os milhões de fanáticos por Tintim vão curtir? 
Steven Spilberg está confiante: "Olha, o filme funcionou com o Peter e comigo. E, quando o assunto é Tintim, acima de tudo, nós somos fãs!"

Quando o longa metragem estrear, mês que vem, os Tintin maníacos brasileiros vão poder dizer se concordam ou não com o diretor :)










Fontes
revista Aventuras na História
pt.wikipedia.org
www.televisãogazetaweb.com 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

2 anos sem Jimmy Sullivan

Talvez para muitos essa seja uma postagem inutil, que seja, porém, vez ou outra me pego lembrando de Jimmy em ação com as baquetas.

Então venho funestamente lembrar um dos bateristas que mais me imprecionou pelo jeito peculiar e próprio de viver a vida intensamente pelo jeitão anti social mas que por trás dos palcos sempre foi sacastico e bem humorado.


E se conheci a banda Pinkly Smooth e Avenged Sevenfold, isso devesse a James Owen Sullivan, mais conhecido como The Reverend Tholomew Plague, (O Reverendo Tholomew Plague ), ou ainda abreviando para "The Rev" que foi  baterista da amada e odiada banda Avenged Sevenfold e vocal da punk-Ballistico , Pinkly Smooth, em que ele cantava sob o pseudo de Head Rat.

Na infancia e adolescência, Jimmy frequentou a escola católica junto com M. Shadows, vocal do Avenged e foi expulso na segunda-série, também foi expulso da Huntington Beach High School e depois de um Reformatório.
Então acabou por desistir dos estudos.

Com ums vida bem conturbada na infancia e adolescencia, Jimmy já foi preso várias vezes, principalmente por brigas, mas depois ele admitiu ter desistido dessa vida para sempre, além de nunca incentivar o uso de drogas e  prática de crimes .

Quando tinha 15 anos, ele e uma amiga foram apanhados a roubar uma loja de electrónica.
 Foram capturados pelos policiais, mas fugiram. Porém, logo depois, foram reencontrados e acusados de assalto à mão armada. Ele também é conhecido por ter bebido e usado drogas fora da banda,
 mas levava as apresentações muito a sério.

Além de bateria, Jimmy sabia tocar piano e um pouco de guitarra. Suas bandas preferidas eram: Metallica, Guns N' Roses, Slayer e principalmete o Pantera e rancid.

The Rev foi encontrado morto em sua casa no dia 28 de Dezembro de 2009, no auge da carreira aos  28 anos  de idade.

A polícia foi notificada pelos bombeiros, que chegaram em sua casa ás 13:00 hora da tarde.Nos primeiros laudos  a polícia afirmara que The Rev teria morrido aparentemente de causas naturais, e pouco depois a perícia que teve como resultado "inconclusiva".

Em nota ao incidente a banda postou em seu site:
"É com grande tristeza e corações pesados ​​que nós dizemos a vocês do hoje passando de Jimmy Sullivan" The Rev ". Jimmy não era apenas um dos melhores bateristas do mundo, mas mais importante foi o nosso melhor amigo e irmão.

Nossos pensamentos e orações vão para a família de Jimmy, e esperamos que você vai respeitar a sua privacidade durante este momento difícil.


"Jimmy está para sempre em nossos corações. Nós te amamos".


Em Junho de 2010, descobriram que a causa mortis foi uma "overdose acidental",
resultado de uma intoxicação ao efeito combinado de calmantes e etanol.

O Baterista foi cremado em uma cerimônia privada em 6 de Janeiro.

Em frente à banda Avenged, o guitarrista Synyster Gates fez uma homenagem aos pais de The Rev, junto com o ex-baterista do Pantera Vinnie Paul amigo de The Rev,
o vocalista , Matt Tuck( Bullet For My Valentine), e os membros do Buckcherry e do My Chemical Romance.
 
Synyster Gates havia escrito uma letra para uma música, pro seu avô que havia morrido, só que ainda não estava completa, então quando o seu melhor amigo, "The Rev" veio a falecer, ele resolveu terminar a letra e compondo a canção "So Far Away" em homenagem ao avô e ao amigo.

Os membros do Avenged Sevenfold, resolveram homenagea-lo durante suas turnês pelo mundo, colocando os backing vocals de The Rev em: "Afterlife", "A Little Piece Of Heaven", "Critical Acclaim" e "Fiction"as mesma todas escritas por ele.

Em sua música "Afterlife", ele cita sua morte:
"Entes queridos voltam pra casa chorando por que eles já sentem a minha falta" escreveu em vida o próprio epitáfio.


Fonte:
http://tv.rightcelebrity.com
www.wikipedia.com
www.drumstx2010.deviantart.com

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

All Star e Rock'n'roll

 Sem nada pra fazer vou falar de duas coisas que gosto muito e não vivo sem, all Star e rock em especila o grunge e o punk rock.

Creio que quase todo mundo já teve um Converser All Star em algum momento da vida, ao longo dos seus mais de cem anos, ele se tornou uma das marcas mais importantes do mundo, são mais de 800 milhões de pares de Converse All Stars foram vendidos em todo o mundo, sendo 30 000 por semana.

  Porém a grande maioria dos fanáticos por esse, eu diria companheiro de aventuras, também curte um bom rock´n´roll, é só observa para ver que o all star sempre esteve na história do rock, em especial do punk e do grunge, quer ver, bora dar uma relembrada? :

   A história começa lá em 1917 quando ele é lançado e ganha visibilidade mais precisamente com Charles "Chuck" Hollis Taylor ou " Chuck´s" que foi um jogador da pequena liga estadunidense de basquetebol e promoveu, durante praticamente toda a vida, os sapatos Converse e principalmente o Converse All Star, ele comprou seu primeiro em 1918 quando se formou no ensino médio.


Charles era fascinado pelos primeiros tênis profissionais de basquete,  Esses tênis devem tê-lo impressionado grandiosamente, porque logo se apresentou no escritório da Converse em Chicago. Em 1921, sendo empregado e elogiado pelas suas ideias inovadoras na melhoria dos tênis.


Inventor de várias marcas do famoso tênis All Star, foi Taylor quem implantou  novidades, melhorou o perfil do tênis e, ainda, acrescentou o remendo no tornozelo. No início, supostamente, os remendos serviam para dar apoio e proteger os tornozelos dos jogadores de basquete e permitir que corressem com mais velocidade. No passado, os tênis pareciam um pouco diferentes dos que têm a estrela azul, largamente reconhecidos hoje.

Na déc. de 50, o All Star se tornou muito popular entre os fãs de rockabilly, mais especificamente entre os homens, all star e jaqueta era praticamente um uniforme dos jovens rebeldes da época.

 O adeptos do punk rock adotaram o tênis até os dias de hoje, por conta das diversas bandas de punk rock, o All Stars passou por uma nova fase de glória e suas vendas voltaram a crescer. Passou e ganhou fama com vários artistas como os Ramones e Joan Jett, que utilizavam o calçado em praticamente todos os lugares, tanto em shows quanto no dia a dia.

 Depois da explosão e declínio do punk nos  anos 80 o All Star parecia está "fora de moda" se assim posso dizer, mas como tu que se foi, volta, bastou a abertura de um videoclipe para ressuscita-lo e adivinha que video é esse?

Sim  "Smeels Like Teen Spirit" da grande e eterna banda Nirvana. Bastou isso para novamente se torna a peça indispensável dos jovens daquela época. O All-Stars se tornou novamente popular a partir dai e graças ao Nevermid" e ao álbum "Ten" do Pearl jam, virando uma febre  principalmente entre os fãs da bandas grunges, especialmente pelo fato de Kurt Cobain, ter usado All-Stars por muitos anos antes e durante a década de 90, por causa  da  influência de diferentes bandas de punk rock que ele assumidamente era fã em sua juventude.

Esse novo gênero da década de 90 o Grunge trouxe consigo uma nova estética, que rejeitava a teatralidades, e trazia uma aparência mais desligada  e  despojada, herdadas do punk.

 Atualmente, o all star já não tem mais essa conotação de ser um tênis exclusivo de pessoas descompromissadas com a aparência vindas do grunge, hoje o all star é usado tanto pelo amante do rock noventista como por qualquer um.Em especial por aqueles que vivem pra moda.

 Isso se deu também ao fato do próprio calçado ter evoluído ganhando modelos que agradaram aos fashionistas, e principalmente as meninas.

Os all star de hoje são na maioria diferenciados e custumizados de cordo com o gosto de cada um, não seguindo um padrão.
Mas ainda é peça fundamental  daqueles que vivem por ai, nas ruas e na cena undeground tanto da musica como da vida.


fontes:

www.Wikipédia.org
www.notube.com.br

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Trajetória de Lemmy Kilmister: aos 66 anos uma lenda viva


Lemmy Kilmister ainda criança
Ian Fraiser Kilmister ou simplesmente Lemmy Kilmister é fundador da super banda de rock inglesa Motörhead. Nascido as vesperas do natal Lemmy, desde os 10 anos de idade já mostrava seu interresse por rock´n´roll, mulheres, cavalos e musica, elementos que sempre estiveram ligados a sua imagem de cara durão.
Aos 16, viu os Beatles tocarem no Cavern Club, depois aprendeu a tocar guitarra escutando o primeiro disco deles e dai nunca mais parou, hoje com 66 anos, é o maior exemplo de Lenda viva do Rock.

"O Motörhead apareceu em algum lugar próximo de 1979. Era um mix perfeito do melhor do Punk e Heavy Metal. Eles forjaram o caminho como líderes para todos nós, que formaríamos bandas posteriormente. Do Metallica ao Megadeth, passando por Alice In Chains, Soundgarden, Guns N’ Roses e assim por diante. Todos tiveram o Motörhead como influência." afirmou Duff ex- Guns n´roses.

Lemmy no inicio da carreira
Adorado pelos seus fãs por sua postura roqueira, estilo de tocar e timbre de voz marcante, mesmo com uma idade tão avançada Lemmy continua fazendo o que mais gosta que é cantar e pelo que tenho visto nem pensa em parar, este ano deu o ár da graça por aqui no "Rock in Rio" e apesar de mostrar-se já meio cansado nos vocais, ainda assim o show da banda foi um dos melhores do festival, junto com bandas como Slipknot e Metallica.
 O apelido "Lemmy" é pela mania que Lemmy tinha de pedir dinheiro emprestado aos amigos, em inglês: "lemmy a money", mas nem Lemmy sabe o porque deste apelido, desconhecendo sua origem.

 Ao fim de 2011 e já se tem suposições que o Motorhead vem novamente ao Brasil no inicio de 2012 para tocar em um festival no Maranhão, verdade ou não ainda não se sabe, mas é esperar para a banda vim novamente ao Brasil.
Essa postagens é em homenagem aos 66 anos de Lemmy kilmister, relembrando seus principais trabalhos musicas do Hawkwind ao The Head Cat, quem ainda não conhecia a história e a participação dele, nesses dois projetos vai saber um pouquinho aqui.


Anos 60 e Hawkwind
Antes de ser músico, Lemmy foi roadie de Jimi Hendrix, tocou em algumas bandas logo depois, sendo roadie da banda Hawkwind um dos primeiros grupos de Space Rock ( As letras envolvem temas urbanos e de ficção científica).

No Hawkwind ele ocupou o lugar do baixista e até mesmo chegou a escrever algumas canções, a ultima musica de lemmy escrita para o Hawkwind que apareceu no lado B de seu compacto "Ace Of Speed", de 1975.

Lemmy o primeiro a direita na epoca de hawkwind
Porém sua carreira na banda durou pouco mas é lembrada até hoje, sendo que a banda ainda está na ativa, com uma discografia longa e complexa.

Expulso da Hawkwind por ter sido detido no Canadá com anfetaminas, montou sua propria banda, originalmente chamada de Bastards, o que mais tarde seria o Motörhead.



Motörhead, Ace Of Spades e Ramones
 Motörhead é uma das maiores bandas de rock da Inglaterra, formada em 1975, pelo "cabeça motor", vocalista, letrista e baixista, Lemmy Kilmister, unico integrante remanecente, Phil Campbell na guitarra desde 1984 e Mikkey Dee na bateria desde 1992, com mais de 30 anos de carreira e mais de 20 albums de estudio lançados ao longo destes anos, o Motorhead se firma como uma das maiores lendas e influências do rock, seja metal , seja punk rock.

As maiores caracteristicas da banda é sem duvida seu peso e velocidade, o que para alguns se encaixa perfeitamente no genero Speed Metal, mas segundo Lemmy o Motorhead é apenas uma banda rock'n'roll,

O nome "Motörhead"é uma gíria americana usada por viciados em anfetaminas, lembrando que o Lemmy na epoca era usuario de anfetaminas.

Depois da gravação do que seria o primeiro álbum, On Parole, que não chegou a ser lançado pela gravadora por ser considerado pouco comercial, decidem chamar um segundo guitarrista para a banda, "Fast" Eddie Clarke. Larry Wallis logo sairia da banda, que voltaria então a ser, o primeiro álbum (auto-intitulado Motorhead) foi finalmente lançado em 1977 por uma gravadora pequena.

Overkill, segundo álbum, foi o primeiro lançado por uma gravadora grande, em 1979, gerando o primeiro hit da banda, o cover "Louie Louie".

 "Ace Of Spades" de outubro 1980, foi o album o que lançou a banda  e o auge do Motörhead e até hoje é um dos sigles mais tocados a banda alcançou o grande público e fez da banda uma das maiores da Cena Heavy Metal e teve relançada a gravação inédita do princípio de carreira.

Lemmy com Joey Ramone
Falar em Motörhead sempre me lembrara a maior banda de punk rock que já existiu os Ramones e querendo ou não a banda de quem Lemmy sempre foi fã marcou a historia do Motorhead, que homenageou a Banda de Joey Ramone em um album especial "1916" e com direito a canção R.A.M.O.N.E.S. que também é uma das maiores do Motorhead.

"1916" foi lançado no ano de 1991.O disco, nono da discografia, dentre os destaques do álbum estão: a faixa-título, que faz uma reflexão sobre as mortes que ocorreram durante a 1ª Guerra Mundial e é uma balada atípica e lenta em se tratando de "Motörhead".

  A banda de Lemmy Kilmister resolveu fazer uma homenagem aos Ramones, com R.A.M.O.N.E.S., que foi posteriormente gravada pelos próprios Ramones no álbum “Greatest Hits Live”, como uma das duas faixas bônus do álbum e também, os punks novaiorquinos a executaram em seu último show, com participação de Lemmy, essa performance pode ser vista e ouvida no CD/vídeo, “We’re Outta Here”, de 1997, o que comprova que o Motörhead agrada a “gregos e troianos”, ou seja, tanto punks quanto metaleiros curtem as obras de Lemmy e sua gangue e, claro destaque para a faixa, “Going To Brazil”, que a banda compôs após a sua primeira visita ao nosso país. E é evidente que toda vez que eles vêm ao Brasil, a execução desta é obrigatória.

O disco alcançou a 24ª posição nas paradas britânica e foi indicado para o Grammy na categoria de Melhor Performance de Metal, em 1992.
Motörhead no auge dos anos 80
E para terminar de falar de Motorhead, tem Material novo da batendo na porta , já em fevereiro de 2012 será lançado a caixa “Complete early years”, com toda a produção da banda entre os anos de 1977 e 1984.
O luxuoso box, que terá o formato da Snaggletooth  (caveira símbolo da banda), celebra os 35 anos de carreira do trio liderado pelo lendário baixista e vocalista Lemmy Kilmister.

Motörhead atual
Entre os destaques da caixa comemorativa estão os oito primeiros álbuns de estúdio da banda ("Motorhead", "Overkill", "Bomber", "Ace of spades", "No sleep 'till hammersmith", "Iron fist", "Another perfect day", e "No remorse"), os singles lançados nos primeiros anos ("Beer drinkers and hell raisers", "Louie Louie", "Golden Years EP", "St. Valentine's Day massacre", "Killed by death", "Stand by your man" e "Shine") e uma espécie de guia ilustrado sobre o Motörhead, além de programas de turnês antigas.


Lemmy tem sofrido bastante com os shows do Motörhead, alega que está quase surdo, devido ao alto volume dos seus amplificadores,m mas ainda nem pensa em parar sua carreira.

The Head Cat e a lenda Lemmy Kilmister


O The Head Cat é o mais recente trabalho paralelo de Lemmy, um trio de rockabilly que toca clássicos do rock´n´roll e musicas que são consideradas "rock de verdade" e não poser segundo Lemmy, contando a participação de Danny B. Harvey do "Rockats" e "13 cats" e Slim Jim baterista do "Stray Cats". 

O nome do grupo é uma trocodilho com o nome de suas bandas principais  ('head' de Motörhead e 'cat' de Stray Cats e 13 Cats).

Da mesma maneira que  fez com o Headgirl, quando o Motorhead fez parceria com à banda Girlschool.  A bandas já conta com três disco, que segundo as criticas e opiniões que tenho lido pelo mundo virtual os três são otimos, tem muito material do the Head Cats expalhado na internet, vídeos e versões ao vivo que valem muito a pena.



Fontes:
Wikipedia.org
http://culturaefutebol.wordpress.com
www.vansucks.blogspot.com

www.hateandtrust.blogspot.com

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Amapanime K.O: mistura de rock e cultura japonesa

The Grungers
Sábado e domingo passado, ocorreu no YAZIGI internexus o Amapanime K.O, evento já bastante conhecido pelos jovens amapaenses, com  exibição de animes e curtas, o evento foi destinado aos amante de animação, música, cosplayers, videogames, rpg, entre outras coisas mais em sua maioria ligada a cultura japonesa.

Contou com vários stands dos quais dou maior visibilidade: Psychose Clothing, Anime Club, Green Fox Arcades, OtakuStand e Liga Laranja.

 Além de um palco na quadra do Yazigi, voltado aos talentos da musica underground amapaense uma colaboração e parceria com o Coletivo Palafita, dou destaque a essa parceria que pra mim somou da melhor forma ao amapanime, no ultimo evento ocorrido no SESC este ano, foi um sucesso e trouxe ao evento, mais um publico que talvez antes não era tão atraído a ir, ver cosplays e andar por lá.

 Subiram no palco do amapanime K.O  no sábado as bandas: 18-21, Seu Madruga Veste Preto, Godzilla, Profetika, Velho Johnny e Nova Ordem.

Com o pequeno goku ou seria kurilin??? rssr
Fui ao avento no domingo cheguei já no finalzinho da primeira apresentação que foi a banda punk que estava parada desde abril, Urubu Mortalha, seguida pela The Grungers que entrou no palco as 14:30 com covers, em sua grande maioria do Nirvana, depois de uma passagem de som e assistencia da organização do amapanime, subiu ao palco a banda que chamou o publico a quadra do evento Matinta Perera.
Dentre todas as banda do domingo com toda certeza a que mais me chamou atenção foi a banda The Hookers, com covers do Arctic Monkeys e musicas próprias.
As 17:00 horas,  Mini Box Lunar sobe ao palco em uma linda apresentação pra lá de alegre e contagiante que vi se refletir na platéia.
Seguiram-se a recente Prolepse Anticorruption e a banda de hardcore melodico Radiovoxx.

Fechando as apresentações antes da disputa cosplay, Stereovitrola mostrou-se em uma apresentação que posso dizer, me surpreendeu e muito , havia furia no palco.
E por ultimo para agradar aos metaleiros ou headbangers de plantão que me pareceu haver muitos ali, encerrando e evento a banda Hidrah, mesmo sendo um evento de cultura japonesa , observei muitos jovens ao estilo um tanto rock, que fiquei me perguntado, se eram cosplays de "rockeiro" por tamanha caracterização e exagero, que chegou a encaixar perfeitamente ao chamado "poser", devesse talvez pelo fato do evento agora conter bandas do genero, mas foi um tanto curioso.


Os amantes de um bom filme também tiveram seus momentos, eu tive o meu achei duas otimas opções de filmes que a muito tempo havia visto,  não resitir e levei pra casa " do inferno" e "Por que choram os homens", além disso havia a exibição de curtas otimos como:  Batman Year One, Haunter Vs Haunter Episodios 01 e 02, Bleach Movie 4, foram só alguns dos que rolaram.

O evento contou também com os já comuns sorteios de brindes que começou as 14 horas e o tão aclamado e aguardado Concurso Cosplay.

Deixo meus parabéns a galerinha que se esforça o ano todo para trazer um pouco de diversão e cultura  aos jovens e amantes do mundo nippon no estado.

Meu registro das bandas que vi tocar no amapanime K.O:

the grunges mandando ver com covers do Nirvana


Matinta perera
The Hookers
the hookers
Mini box Lunar


Prolepse Anticorruption
banda Estereovitrola
Abaixo alguns cosplays que participaram do evento:




esse foi sem duvida o que mais chamou atenção










até o próximo evento! ^ ^

sábado, 17 de dezembro de 2011

Placebo entra em estudio em 2012

saudades desse antigo placebo
2012 batendo na porta com muitas novidades musicais e uma que me alegrou muito foi que a banda Placebo já promete material novo.

Formada em Londres em meados dos anos 1990, o Placebo diferenciava-se em muito do pop alegre do britpop dos anos 90, ao criar canções que emprestavam sem pudor os exageros e os paetês do glam rock  herdados de David Bowie, T. Rex e Lou Reed com sonoridade e letras bem elaboradas logo a banda ganhou fama mundial.

Com seu visual andrógino adotado até hoje, Brian Molko é a personificação de seus  personagens que aparecem em canções como "Nancy Boy"  (trecho da canção: "mulher homem ou macaco moderno/ Apenas outro viciado alegre" já afirmava ele no primeiro disco e videos da banda).

Como bem se sabe o Placebo sempre demora muito para lançar um disco novo, mas já podemos comemorar, porque a banda já anunciou que em 2012 volta ao estúdio para gravar mais um disco.

 A demora em produzir novo material se deu porque estavam em uma longa turnê mundial de 2 anos divulgando seu último disco, “Battle For The Sun”, lançado em 2009, que apesar do disco ter desagradado em muito os fãs mais antigo da banda e a critica que não perdoa, por causa da nova sonoridade que segundo os fãs mudou muito,  mesmo assim o disco trouxe ao placebo grande notoriedade na midia mundial e novos fãs que antes não conheciam o talento de Brian molko e compania.


Porém o "Battle for the sun " também fez a banda perde muitos fãs do antigo placebo, que não reconheceram a banda no ultimo trabalho, a banda chegou a ser atacada em inicio de 2009 em pleno palco, durante o festival RockNess na Escócia, quando ainda apresentava o disco recem lançado, um fã insastifeito jogou uma tesoura no palco na banda.

O fato chateou e preocupou o Placebo, e acabou motivando a interrupção do show. 

“Estou indo embora porque minha segurança não está sendo garantida”, falou o vocalista Brian Molko.

Após muitos gritos, e até  mesmo vaias, da plateia o Placebo decidiu voltar ao palco e encerrar a apresentação.


Sobre o novo disco que gravam no ano de 2012, em entrevista à Billboard, Stefen Olsdal, baixista da banda, revelou que eles entram em estúdio em 2012, mas ainda não sabem bem qual sonoridade vão seguir no novo trabalho, apenas que o novo disco será completamente diferente do ultimo, menos sombrio e mais leve e talvez sem distorções, o que marcou o ultimo album.

“A forma e o som do novo disco serão decididos quando nós nos reunirmos novamente. Eu acho que quando a gente voltou da estrada, foi difícil plugar uma guitarra distorcida de novo,
 porque foi o que a gente fez todas as noites durante os dois últimos anos.” disse Olsdal

Ainda segundo ele, o som pesado das guitarras cansa um pouco e “quando nós voltamos pra casa foi bom ouvir sons acústicos limpos e agradáveis, então talvez a gente ainda se sinta assim quando começar a gravar o novo álbum”.

Por enquanto, o Placebo está trabalhando no lançamento de um novo DVD ao vivo,  o "We Come in Pieces", que já  está disponivel para ouvir e assistir no itunes. 

Resta a nós a esperança de um album bem diferente e melhor que o "Battler for the sun" que na minha opinião pessoal não é tão ruim mas nem de longe foi o melhor trabalho da banda, com a saida do antigo baterista alguma coisa no placebo está faltando, que é sem duvida o ritmo de um bom baterista. A bela voz de Brian continua não decepcionando e Olsdal ainda é majestoso como baixista.

Até os mais fãs de um bom instrumento devem admitir o talento da banda que sempre teve musicas com arranjos incriveis.Por favor placebo não nos decepcione, mesmo que não volte a ser como antigamente :)






Fontes:
Placebobrasil.com.br
http://toptvz.com.brhttp://omelete.uol.com.br/musica


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

"O Hobbit" :1 ano para a estréia da tão aguarda Saga de J.R.R Tolkien nos cinemas


É pode até não parecer mas fazem 10 anos desde o primeiro longa da saga "O Senhor dos Aneis", e já começa a contagem regressiva para o retorno à Terra Média, com o filme "O Hobbit" com estréia prevista para 14 de dezembro de 2012.

Essa longa espera tem feito de pessoas como eu roer as unhas de tanta ânsia na espera, desde que foi dada a larga e surgiram as especulações que a aventura iria parar nos cinemas, isso no inicio de 2010, lembro que li o livro e meses depois tive esse boa nova que tem demorado a se concretizar, mas como um bom fã de J.R.R Tolkien só nos resta a paciência.
O filme baseado no livro de J.R.R Tolkien,conta as aventuras de nossos heróis em um período antes da Jornada de "O Senhor dos Anéis", a trajetória de Bilbo Baggins (mais conhecido como Bilbo Bolseiro), que enfrenta uma jornada épica para retomar o Reino de Erebor, terra dos anões que foi conquistada há muito tempo pelo dragão Smaug. 

Levado quase que a forçado à empreitada pelo mago Gandalf, o Cinzento, Bilbo viaja ao lado de um grupo de treze anões liderados pelo lendário guerreiro Thorin Oakensheild. 

Embora o objetivo aponte para o Leste e ao árido da Montanha Solitária, eles devem escapar primeiro dos túneis dos goblins, onde Bilbo encontra a criatura que vai mudar sua vida para sempre… Gollum, essa é sem duvida uma dos apices do filme tanto em suspense, como em um dos momentos mais importantes do desenrolar da estoria. 

A sós com ele, nas margens de um lago subterrâneo, o despretensioso Bilbo Baggins não só descobre sua profunda astúcia e coragem, que surpreende até mesmo a ele, mas também ganha a posse do “precioso” anel, que possui qualidades inesperadas e úteis… Um simples anel de ouro que está ligado ao destino de toda a Terra-Média, de uma maneira que Bilbo nem pode imaginar.

Com os roteiros escritos pelos responsáveis pela trilogia “O Senhor dos Aneis” e a adição do gênio Guillermo Del Toro que, se não fosse a demora da Warner Bros em liberar a produção do filme também seria o diretor.

"O Hobbit" tem no elenco  alguns já consagrados na primeira saga "O Senhor dos Aneis" : Ian McKellen, Martin Freeman, Cate Blanchett, Orlando Bloom, Ian Holm, Christopher Lee, Hugo Weaving, Elijah Wood, Andy Serkis, Richard Armitage, Jed Brophy, Adam Brown, John Callen, Stephen Fry, Ryan Gage, Mark Hadlow, Peter Hambleton, Stephen Hunter, William Kircher, Sylvester McCoy, Bret McKenzie, Graham McTavish, Mike Mizrahi, James Nesbitt, Dean O’Gorman, Lee Pace, Mikael Persbrandt, Conan Stevens, Ken Stott, Jeffrey Thomas, Aidan Turner, Luke Evans, Benedict Cumberbatch, Evangeline Lilly e Barry Humphries.

 Só nos resta contar os dias e rezar para que chegue logo, e que acima de tudo seja sucesso como as adaptações anteriores de Tolkien no cinema.




Fonte segura :

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fotográfos: Henri Cartier Bresson

 Na sessão Fotografos desse mês temos Henri Cartier Bresson , um dos icones da fotografia do sec 20 e do fotojornalismo, essa é uma dica para quem gosta de dar seus clicks, mesmo que sem compromisso vale ler as dicas e se inspirar.

Desde que foi inventada, a fotografia tem evoluido junto com a tecnologia e ultilizado da mesma, para a evolução de equipamentos, camêras e acessórios, dentre tantos fotografos que se beneficiam com a tecnologia, eis um que  continuou usando camêras simples e equipamento básico, itens comuns para qualquer amador, ou simples curioso fotografico: um corpo e uma objetiva normal.

Usando de tecnicas para mostrar a sensibilidade em estado extremo.
Para Cartier, "a camêra era como um caderno de desenho, o intrumento da intuição e da espontaneidade", essa comparação é nada menos que uma mensão a sua paixão de infância a pintura.

Foi para Paris estudar artes em um estúdio, o que lhe ensinou muitas habilidades, como captar e memorizar uma imagem em sua essência e que  foi de grande ultilidade na fotografia.
Cartier também sofreu grandes influencias de Stroheim, Eisenstien, profissionais da fotografia e do cinema.
.
 Nascido em 22 de agosto de 1908, Chanteloup-en-Brie, na França, ele foi um dos mais importantes fotógrafos do século XX, considerado o pai do fotojornalismo e da fotografia que capta o inesperado e momentos decissivos são temas constantes da sua obra fotografica.

Ele desprezava fotografias arranjadas e cenários artificiais, alegando que os fotógrafos devem registar sua imagem de uma forma rápida e acurada. Seu conceito de fotografia baseava-se no que ele chamava de "o momento decisivo" .

O instante que evoca o espírito fundamental de alguma situação, quando todos os elementos externos estão no lugar ideal, sem que haja modificações de demais.Usando sua camera para "questionar e decidir" um instante.

.  "Nós fotografos lidamos com coisas que desaparecem e depois que desaparece é impossivel faze-las reviver.Para Cartier o fotografo deve ser sutil, não pode deixar transparecer sua condição de intruso, além de que a excessiva preocupação com a tecnica acaba por afastar o fotografo da realidade e expontaneidade do acontecimento, a fotografia é um modo de ver e não de provar ou afirmar a própria originalidade."
.

Aos 22 anos, Cartier-Bresson viajou à África, onde passou um ano como caçador. Porém, uma doença tropical obrigou-o a retornar à França. Foi neste período, durante uma viagem a Marselha, que ele descobriu verdadeiramente a fotografia, inspirado por uma fotografia do húngaro Martin Munkacsi, publicada na revista Photographies (1931), mostrando três rapazes negros a correr em direção ao mar, no Congo.

Quando eclodiu a Segunda Guerra Mundial, Bresson serviu o exército francês, fez da guerra  seu principal tema fotografico, além de fotos que revelam o universo individual de cada pessoa. Durante a invasão alemã, Bresson foi capturado e levado para um campo de prisioneiros de guerra. Tentou por duas vezes escapar e somente na terceira obteve sucesso. Juntou-se à Resistência Francesa em sua guerrilha pela liberdade.

Quando a paz se restabeleceu, Cartier-Bresson, em 1947, fundou a agência fotográfica "Magnum" junto com Bill Vandivert e outros amigos profissionais da fotografia.

Revistas como a Life, Vogue e Harper's Bazaar contrataram-no como reporter fotografico, para viajar pelo mundo e registrar imagens únicas. Da Europa aos Estados Unidos da América, da Índia à China, Bresson dava o seu ponto de vista especialíssimo.

Sua camera favorita era uma Leica, que junto ao seu dono tornaram -se celebres, segundo ele:"ela se tornou o aprofundamentoe prolongamento do meu olho e nunca mais me abandonou".

Tornou-se também o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental a registrar a vida na União Soviética de maneira livre, lançando um livro sobre a viagem. Fotografou os últimos dias de Gandhi e os eunucos imperiais chineses, logo após a Revolução Cultural.

Na década de 1950, vários livros com seus trabalhos foram lançado. Em 1960, uma megaexposição com quatrocentos trabalhos rodou os Estados Unidos em uma homenagem ao nome forte da fotografia.Bresson morreu aos 95 anos de idade, sendo figura icone da fotografia e mundialmente conhecido. 







Fontes:

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sonic Youth " Vai acabar durante algum tempo"

A banda de rock alternativo norte-americana Sonic Youth foi uma das atrações do SWU que ocorreu recentemente em Paulinia, São Paulo, formada no ano de 1981, em Nova Iorque.

Ícone da música e da cultura alternativa norte-americana, seu estilo é considerado bastante peculiar e criativo, fundamentado em experimentações melódicas, com influências do punk rock e do hardcore.


Eles conquistaram um sucesso moderado no mainstream, e são considerados um dos grupos pioneiros do rock alternativo e fundamentais para o movimento grunge dos anos 90.As influências da bandas estão desde The Stooges, Patti Smith e The Velvet Underground.


Após o ultimo Show em Paulinia a banda entrou em hiato indeterminado, o que para muitos é o fim da banda, vamos tocer que não.

O Guitarrista dos Sonic Youth disse em recente entrevista a Revista Rolling Stone, que paragem não é tão súbita como pode parecer e mostra otimismo e serenidade face à situação atravessada pela banda atualmente.

Recentemente, a banda anunciou que o seu futuro era incerto, na sequência do fim do casamento - que durava há 27 anos, dos membros fundadores da banda, Kim Gordon e Thurston Moore.

  Lee Ranaldo explicou à Rolling Stone que: "todas as bandas têm o seu tempo".

"Para mim, não é tão repentino como tem parecido na imprensa. Sinto-me otimista quanto ao futuro, independentemente do que aconteça neste momento. No geral, fizemos uma digressão bastante boa", considera, referindo-se às datas ao vivo na América Latina.

"Quer dizer, houve alguns assuntos que evitámos e situações diferentes em termos de viagem - eles (Kim Gordon e Thurston Moore) já não ficam no mesmo quarto nem nada... Ainda não sabemos o que vai acontecer. Penso que estes foram, até ver, os nossos últimos concertos, e é melhor não dizer mais nada".

Ainda à Rolling Stone, Lee Ranaldo confessou que os Sonic Youth não têm planos de gravar material novo mas têm "toneladas de material de arquivo".

O último disco dos Sonic Youth foi "The Eternal" de 2009.
Atualmente sua formação era composta por Thurston Moore nos vocais e na guitarra, Lee Ranaldo também vocais e guitarra, a suprema Kim Gordon comanda o baixo, em alguns momentos a guitarra e os vocais, Mark Ibold no baixo e Steve Shelley na bateria.



Fontes:
wikipedia.com

http://blitz.aeiou.pt/

domingo, 20 de novembro de 2011

Garotas no Vocal Parte. 2


 Novamente venho postar aqui mais algumas opções de bandas e cantoras femininas que estão presentes na minha vida , afinal, nem só de homens é feita a musica,  uma presença charmosa e  as vezes selvagem faz muita diferença. Então deixa de preconceito e ouve a minha dica, tem para todos os gosto do Folk ao velho Grunge. 



 Babes in Toyland
Essa é uma dica especial para quem curte o rock noventista e feminino, Babes in Toyland foi uma banda estadunidense de punk rock do estado de Minnesota, também encaixada no genero Grunge e no Riot Grrrl, devido as suas variações entre os seguintes generos, formada em 1987 na cidade de Minneapolis por Kat no vocal e Courtney Love no Baixo após fracassarem no projeto musical Sugar Baby Doll, Love logo foi demitida da banda por sua amiga e ex-namorada Kat, devido a suas personalidades fortes e dificil que vez ou outra se batiam de frente.
kat Bejlland

Entre 1989 e 1995, a banda gravou três álbuns de estúdio, que foram associados ao grunge crescente movimento musical da epoca liderado por Nirvana e compania.

Os membros principis do Babes in Toyland, foram Kat Bjelland, vocalista e guitarrista, Lori Barbero na bateria e Michelle Leon assumindo o baixo.


A sua estréia foi com o álbum "Spanking Machine", lançado em 1989 como EP e em 1990 como Albúm de Estudio, que acabou chamando a atenção de Thurston Moore do Sonic Youth, que convidandou a banda para acompanhar o Sonic Youth em sua turnê pela europa.

"Spanking Machine" foi lançado na Inglaterra e logo conseguiu uma grande repercussão nas paradas britanicas. John Peel nomeou o álbum como seu favorito de 1990, e realmente  o albúm é incrivel dentro das conciderações de uma banda feminina da epoca, bem arranjado e selvagem, um album furioso por si só, com os poderosos vocais de Kat.

"To Mother" também lançado em 1990 no segundo semestre, entrou no top 10 e ficou lá por um incrível 13 semanas.

No início de 1992, Michelle Leon, Baixista do Babes in Toyland decide amigavelmente deixar a banda e foi substituída por Maureen Herman (uma antiga amiga e admiradora da banda).

"Fontanelle" saiu em agosto de 1992. Foi seguido em junho de 1993 por Painkillers.

A banda se separou,  quando Herman deixou a banda em 1996, deixando para que Dana Cochrane, da banda "Mickey Finn", tocasse baixo para a banda em alguns shows ao vivo.
Formação classica do Babes in Toyland
Michelle Leon, antiga membro da banda, voltou à banda por um curto período de tempo em 1997.

Ken Bjelland e Barbero tocaram com uma nova baixista, Jessie Farmer, em 2000. Porém, um ano antes, Bjelland havia formado uma nova banda, Katastrophy Wife, o que parece substituir o Babes in toyland como o principal veículo de Ken Bjelland.

Babes in Toyland (com Farmer na bateria) tocou em um show de reunião chamado de "The Last Tour" em 21 de novembro de 2001 - o show foi lançado como álbum ao vivo intitulado de "Minneapolism" - e essa pareceu ser a última atividade oficial do Babes in Toyland.

Bjelland, em 2002, tocou em alguns show pela Europa com o nome de "Babes in Toyland" juntamente com outra baixista e baterista, mas teve que parar de usar o nome "Babes in Toyland" após Barbero e Herman processar Bjelland por direitos legais.

Então o que resta da banda é o material lançado lá nos anos 90 e o que tudo indica a banda não voltará, uma pena essa foi uma das bandas femininas com mais furia e peso que conheci, suas musicas são pura selvageria, com uma docilidade feminina, uma das qualidades que não vemos em muitas bandas, vale a pena baixar os albúns mas para quem deseja só conhecer indico a musica "Bruice Violet", feita de Kat par seu antigo amor e desafeto, Courtney Love e "Ripe" que tem um som de peso.

     Discografia oficial

    1989 - Spanking Machine (álbum de estúdio)
    1990 - To Mother (EP)
    1992 - Fontanelle (álbum de estúdio)
    1993 - Painkillers (EP)
    1995 - Nemesisters (álbum de estúdio)



Katastrophy Wife




Katastrophy Wife é uma banda de rock americana formada por Kat Bjelland e seu ex-marido Glenn Mattson em 1998.

A banda era um projeto paralelo de Kat enquanto ainda estava no Babes in Toyland. Vendo o Babes in Toyland parado e não realizando shows, logo o Katastrophy Wife se tornou o principal projeto de Kat Bjelland musicalmente.

A primeira produção musical da banda foi na trilha sonora para a adaptação cinematografica dos quadrinhos "Witchblade" da Dreamworks .
A trilha sonora contava com artistas, como o Buzz Osbourne dos Melvins , Lydia Lunch , Girls Against Boys e Ogilvie Dave de Skinny Puppy .

Em 2001, a banda gravou seu álbum de estréia " Gone Away", que alcançou o sucesso nas paradas indie considerávelmente. A faixa de abertura do álbum, " Gone Away ", foi lançado em 2001.

Depois da apresentação no Festival de Reading, Glenn Mattson e Keith St. Louis saem da banda, e são substituidos por Adrian Johnson e Andrew Parker respectivamente. Vanessa White, ex-guitarrista do Twist, também se junta à banda.


Durante a curta turnê do Katastrophy Wife pela Europa em 2002, Kat Bjelland usou o título de sua antiga banda Babes in Toyland em algumas apresentações . No entanto, depois de enfrentar problemas legais com os membros da antiga banda, Bjelland reconsiderou e voltou o nome de volta para Katastrophy wife.

Por esta altura, Courtney Love da Hole anunciou seu novo projeto a banda punk Bastard, e pediu para que  Bjelland integrasse o grupo. Bjelland não aceitou o convite, afirmando que:

    "Parecia muito conceitual, como se tivesse passado muito tempo pensando  e planejando sobre como a banda deveria ser [...] Courtney e eu fizemos muitas músicas juntas, há uma faísca boa lá, mas vamos dizer que a nossa personalidade não teria sido uma boa mistura naquele momento. "

Kat (segunda a esquerda)  e Courtney (ultima a direita) em épocas de Sugar Babydoll

 O segundo álbum de estúdio do Katastrophy, foi lançado em junho de 2004 com criticas favoráveis. Três  singles foram lançados do álbum, "Liberty Belle", "Money Shot" e "Valient Blue", uma canção originalmente escrita e gravada durante as sessões para Witchblade.

A banda promete o terceiro album desde 2006, mas ate agora nada ainda. Foi relatado em 2007, que Bjelland sofre problemas de esquizofrênia e estava recebendo tratamento.O que resta é esperar e curtir os sons antigos de kat, seja no Babes ou no Katastrophy.




Joan Baez
Joan Baez foi compositora e intérprete de música popular desde o início 1960 até os dias atuais, com uma enorme e bela discografia, como só os monstro da musica consegue fazer, a exemplo de Bob Dylan, Leonard Cohen e Neil Young.

A carreira profissional de Baez começou em 1959, lançou pela Vanguard Records no ano seguinte seu álbum de estréia, "Joan Baez" que realmente é um albúm muito bom e impossivel enjooar dessa joia rara do Folk minimalista e puro, uma coleção de baladas tradicionais que vendeu moderadamente bem, chamando a atenção pela qualidade do repertório e por seu talento na guitarra acústica, aliado a sua bela voz de soprano.
Com apresentações regulares, Joan Baez tornou-se um fenômeno artístico. Em 1963, já era considerada uma das cantoras mais populares dos Estados Unidos.
Joan Baez em 1960
Em 1964 lança o disco Joan Baez 5, incorporando neste trabalho uma seleção de populares canções folk dos Estados Unidos e da América Latina, com destaque para interpretações de composições dos músicos brasileiros Villa-Lobos e Zé do Norte. 
Além de folk tradicional e canções de protesto, ajudou a promover a carreira de Bob Dylan, impressionada com suas composições iniciais e incluindo várias delas em seu repertório. 
Acabaram tornando-se namorados por um tempo, mas o relacionamento acabou em 1965 tanto que joan é considera a rainha da Folk music e Bob o rei. 
Entre seus sucesso desta época, destaco as otimas: "We shall overcome", "Donna, Donna"e "Silver Dagger" com Dylan.

Joan, também tocou no Festival Woodstock, numa época em que estava inteiramente envolvida na luta contra a Guerra do Vietnã e causas sociais.


Nos anos 90, apesar das mudanças constantes de gravadora, Baez continuou lançando seus álbuns. O CD "Ring them bells", de 1996, foi considerado o melhor trabalho de folk contemporâneo do ano, por revistas especializadas no gênero. 
Em 2008, Joan Baez comemorou os 50 anos de sua carreira musical com turnês pelos Estados Unidos e Europa. 
Também lançou o CD Day After Tomorrow, de 2008, produzido pelo cantor e compositor Steve Earle. 
 


Juliette lewis and Licks
Lewis nasceu em Los Angeles, Califórnia. Seu pai é o ator Geoffrey Lewis. Lewis queria ser atriz desde os seis anos de idade, participou de mais de quarenta longa metragens e filmes feitos para a TV.

Porém citarei aqui suas qualidades vocais, sua carreira paralela de cantora, liderando o grupo Juliette and the Licks bnada de indie rock e alternativo, lançando apenas  dois álbuns de estudio. Entre seus colaboradores está a compositora Linda Perry do grupo 4 Non Blondes,  em 2006 foi incluída na lista de "Mulheres mais quentes do Rock" da revista Bender devido ao seu estilo ´peculiar e diferenciado e sua personalidade pra lá de marcante.

Formou sua banda de rock estado-unidense em 2003, sendo Lewis a vocalista da banda. A banda encerrou suas atividades em 2009 deixando apenas dois albuns de estudio o "You're Speaking My Language de 2005 e o ultimo "Four on the Floor" que considero o melhor,  de 2006. Uma pena  a banda acabar, Juliette ate que dava conta do recado.




She and him
 She e Him é uma banda folk e alternativo americana de indie pop constituida por Zooey Deschanel no vocais, piano e banjo e M. Ward na guitarra e produção.

Formada em 2006, em Portland, Oregon. Seu primeiro álbum, "Volume One", foi lançado em março de 2008 e logo entrou nas principais paradas.

Zooey trabalhando como atriz se encontra pela primeira vez com WBlondie, Debby Harry,Theard no set do filme "The Go-Getter", em que teve um papel de protagonista. O diretor, Martin Hynes, apresentou-os uns aos outros e lhes pediu para cantar um dueto juntos para ser lançado nos créditos finais do filme.

A música escolhida foi "When I Get to the Border" de Richard & Linda Thompson.

Ward, tinha ouvido previamente Zooey cantar no filme "Elf", ficou surpreso ao saber que ela própria escrevera canções, mas não tinha uma carreira musical.

Zooey tinha feito em sua casa algumas fitas demos, porém já que estava se tornando uma celebridade de renome na area de atuação cinematografica, não deu tanta importância.

Por um pedido, ela decidiu enviá-las para Ward.

Ward chamou-a pouco tempo depois , dizendo-lhe que gostaria de gravar suas canções corretamente, assim surgindo a banda She & Him.

Zooey, disse em uma entrevista: "Eu sempre amei a música, desde que eu era pequena. Eu só gostava de cantar".

 Discografia de estúdio
    Volume One-2008
    Volume Two - 2010
    A Very She & Him Christmas -2011




Blondie
Blondie é um banda de Nova York, que ganhou sucesso no final dos anos 1970 e início dos anos 1980. Foram um dos pioneiros nos gêneros musicais new wave e punk rock com vocal feminino.

Debby Harry e Chris Stein formaram os "Angel and the Snakes", mudando depois o nome para Blondie, inspirado pelos comentários de caminhoneiros que frequentemente gritavam "Hey Blondie!" para Deborah ao passar na estrada.

Começaram por tocar no Club 51 em Nova Iorque e lançaram o seu álbum de estréia, "Blondie", em 1976, que alcançou sucesso comercial primeiramente no Reino Unido.
"Plastic Letters", o segundo disco da banda alcançou duas músicas nas paradas britânicas.

Em 1978, através do sucesso "Heart of Glass", a banda alcançou sucesso mundial, tornando-se um dos ícones do New Wave e Debby se tornou a queridinha da musica.
Voltaram a fazer sucesso com a música "Call Me", de Giorgio Moroder, que foi tema do filme Gigolô Americano.
Depois de muitos problemas internos, reuniram-se em 1982 para lançar The Hunter e pôr um fim temporário à banda, que só voltaria a gravar em 1999, com o grande sucesso de Maria, do álbum No Exit.

Discografia:

     Blondie (1976)
    Plastic Letters (1978)
    Parallel Lines (1978)
    Eat to the Beat (1979)
    Autoamerican (1980)
    The Hunter (1982)
    No Exit (1999)
    The Curse of Blondie (2003)
    Panic of Girls (2011)

The Slits

The Slits foi uma banda britânica de punk rock lá dos anos 70, também pioneiras. O quarteto foi formado em 1976 por membros das bandas The Flowers of Romance e The Castrators.

Os membros foram Ari Up (Arianna Forster, falecida em 20 de outubro de 2010) e Palmolive (Paloma Romero, que depois saiu da banda para se juntar ao The Raincoats), com Viv Albertine e Tessa Pollitt, substituindo os membros fundadores, Kate Korus e Suzy Gutsy.

Palmolive foi substituída pelo baterista Budgie (aka Peter Clarke), que fez parte do The Spitfire Boys e depois do Siouxsie and the Banshees.

Embora nem todos os integrantes fossem exclusivamente mulheres, as três principais integrantes do sexo feminino apareceram em mais capas de discos e fotos de publicidade, e o grupo foi geralmente apresentado como uma banda feminina.



Discografia de estúdio

    Cut (1979)
    The Slits (1980)
    Return of the Giant Slits (1981)
    Trapped Animal (2009)



Julie Ruin e Le Tigre
Julie Ruin é a gravação independente de Kathleen Hanna ex- Binini kill, lançada em 1997 sob o pseudônimo de "Julie Ruin" - esta gravação independente de Kathleen Hanna foi feita durante um hiato de sua banda, o Bikini Kill.

O álbum aborda temas como o feminismo, crochê, ginástica e resistência ao abuso policial. O álbum, por ser underground e independente, foi gravado no apartamento da própria Kathleen Hanna, em Olympia, Washington.

Apesar de este projeto ser conhecido por ser uma gravação feita totalmente por Kathleen Hanna, e conhecido também por ser apenas um álbum. Mais tarde, esta banda tornou-se conhecida por Le Tigre.

Le Tigre é uma banda de electro estadunidense fundada em 1998, na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos.A banda é conhecida por suas letras que defendem temas como feminismo e a comunidade GLS seguindo as mesma linhas tematicas do Bikinni Kill e de Julie Ruin só que com outra sonoridade.

Discografia de Le tigre em estudio

    1999 - Le Tigre
    2001 - Feminist Sweepstakes
    2004 - This Island

Faixas do projeto de Julie Ruin:

  Radical or Pro-Parental /V.G.I. / A Place Called Won't Be There/   Tania/Aerobicide/ Apt. #5 / My Morning Is Summer/   I Wanna Know What Love Is /The Punk Singer / On Language/Crochet/ Interlude/Stay Monkey / Breakout a Town/ Love Letter/
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